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Linda Pastan – Às vezes

“Às Vezes”, um poema de Linda Pastan que fala sobre o distanciamento gradual e a sensação de se tornar um observador silencioso do próprio futuro.
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Linda Pastan – O que mais tememos

“O que mais tememos”, um poema de Linda Pastan sobre a imprevisibilidade da vida e a forma como momentos comuns podem se tornar extraordinários após experiências traumáticas.
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Linda Pastan – Em um país do norte

“Em um país do norte”, um poema de Linda Pastan – uma reflexão melancólica sobre a passagem do tempo, a morte e a perda de identidade.
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Linda Pastan – Bicicleta ergométrica

“Bicicleta Ergométrica”, um poema de Linda Pastan sobre a luta silenciosa contra o tempo e a busca de significado em meio à monotonia e esforço constantes.
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Linda Pastan – Narciso aos 60

“Narciso aos 60”, um poema de Linda Pastan que explora a ironia da vaidade ao refletir sobre a transformação do próprio eu com o passar dos anos.
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Linda Pastan – 1932–

“1932–”, um poema de Linda Pastan que reflete sobre a inevitabilidade do destino e a forma como a identidade e o tempo são marcados pela certeza de um número final.
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Linda Pastan – Primos

“Primos”, um poema de Linda Pastan sobre os laços familiares e memórias compartilhadas que ressurgem em momentos de perda e reencontro.
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Linda Pastan – Uma velha canção

“Uma velha canção”, um poema de Linda Pastan sobre os demônios da infância que permanecem conosco, temperando nossas vidas com amargura e desafios persistentes.
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Linda Pastan – Metrô

“Metrô”, um poema de Linda Pastan que explora as profundezas das memórias e as conexões entre a infância e o presente.
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Linda Pastan – Revelação

“Revelação”, um poema de Linda Pastan: a visita ao cemitério onde estão sepultados seus parentes desencadeia uma série de reflexões sobre o passado, a perda e o sentido de pertencimento.
