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Luis Alberto de Cuenca – O Retorno de Guilherme de Aquitania

“O Retorno de Guilherme de Aquitânia”, um poema de Luis Alberto de Cuenca que percorre os contornos do nada para revelar, no eco do silêncio, a essência invisível do poema.
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W. S. Merwin – Janeiro

“Janeiro”, um poema de W. S. Merwin que revela a poeira das estrelas em nossa carne, lembrando que somos frágeis lampejos do infinito olhando o infinito após a chuva.
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Retrospectiva 2025 – No devagar depressa dos tempos

A retrospectiva de 2024 reflete sobre memórias nostálgicas, o cansaço do presente e a persistência do blog, que, apesar dos desafios, continua a crescer com números animadores. Entre balanços pessoais e estatísticas, destaca-se a promessa de novas traduções, poemas inéditos e a continuidade do diálogo poético em 2025.
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Wendy Cope – 30 de dezembro

“30 de Dezembro”, um poema de Wendy Cope que transforma o rescaldo da desordem natalina em uma revelação de silêncio e luz, onde o instante banal se abre como promessa de renascimento.
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Mary Oliver – Devíamos estar preparados

“Devíamos Estar Preparados”, um poema de Mary Oliver sobre os sinais sutis da perda e a beleza melancólica das despedidas inevitáveis que a natureza nos ensina, sem alarde.
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Dan Pagis – Escrito a lápis no vagão lacrado

“Escrito a lápis no vagão lacrado”, um poema de Dan Pagis em que Eva deixa uma mensagem inacabada para Caim, entrelaçando o fratricídio bíblico com o horror do Holocausto.
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Bob Hicok – Experiência não mediada

“Experiência Não Mediada”, um poema de Bob Hicok que explora, com ternura e ironia, os limites entre presença e ausência, revelando o absurdo delicado das esperanças humanas diante do inevitável.
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Stanley Plumly – Jesus chorou

“Jesus Chorou”, um poema de Stanley Plumly que, partindo da mais breve das frases bíblicas, mergulha numa meditação íntima sobre a morte, a ausência e o estranho peso de continuar entre os vivos.
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Stanley Plumly – Lázaro ao amanhecer

“Lázaro ao Amanhecer”, um poema de Stanley Plumly que mergulha nas fronteiras entre a morte e o despertar, evocando com lirismo sombrio o silêncio, a ausência e o indizível que pairam no limiar da existência.
