-
Helen Dunmore – O caule da minha vida foi cortado

“O caule da minha vida foi cortado”, de Helen Dunmore: uma delicada e poderosa reflexão sobre a vida e a morte, narrada a partir de uma perspectiva que associa a vida humana à de uma flor. Um poema sobre aproveitar a beleza no agora, sobre a aceitação da morte como parte natural da vida, e…
-
Miller Williams – Poema de amor com torrada

“Poema de amor com torrada”, um poema de Miller Williams
-
Sam Illingworth – Quando desapareceram os manguezais

“Quando desapareceram os manguezais”, de Sam Illingworth: um lamento poético pela perda de um ecossistema ancestral, onde memórias de uma paisagem exuberante ressurgem apenas para revelar os traços de um mundo agora sufocado e em silêncio.
-
Mark Strand – Certa manhã

“Certa Manhã”, um poema de Mark Strand que captura um momento de profunda introspecção enquanto o narrador, à deriva em um barco, experimenta uma revelação silenciosa sobre a solidão e o que se esconde sob a superfície da existência.
-
Arnaldo Antunes – Eu apresento a página branca

Eu apresento a página branca Contra: Burocratas travestidos de poetasSem-graças travestidos de sériosAnões travestidos de criançasComplacentes travestidos de justosJingles travestidos de rockEstórias travestidas de cinemaChatos travestidos de coitadosPassivos travestidos de pacatosMedo travestido de sensoCensores travestidos de sensoresPalavras travestidas de sentidoPalavras caladas travestidas de silêncioObscuros travestidos de complexosBois travestidos de tourosFraquezas travestidas de virtudesBagaços travestidos de…
-
William Butler Yeats – “When you are old” em 4 traduções

“When you are old and grey and full of sleep”, poema de William Butler Yeats, nas traduções de José Agostinho Baptista, Adriano Nunes, Paulo Vizioli e Jorge Wanderley
-
Louise Glück – Eros

“Eros,” um poema de Louise Glück que explora a delicada interseção entre amor e desapego, revelando um estado de plenitude emocional em meio à solidão e à contemplação.



