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Jim Harrison – Para Rose (de “Cartas para Yesenin”)

“Para Rose”, um poema de Jim Harrison em que a efemeridade da glória e o peso da derrota se entrelaçam com a permanência secreta da poesia, que sobrevive no colo da juventude como um coração morto ainda pulsando em silêncio.”
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Jaime Gil de Biedma – Recorda

“Recorda”, um poema de Jaime Gil de Biedma que mergulha na memória para refletir sobre a passagem irreversível do tempo, evocando a sensação de ser arrastado por um redemoinho de lembranças que conduz o passado para uma profundidade definitiva.
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Stephen Dobyns – Luto

“Luto”, um poema de Stephen Dobyns em que a memória escorre como água pelo deserto, e a vida, ao perder o fio que a sustenta, se despedaça em silêncio e cinzas.
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T. S. Eliot – Morte Pela Água

“Morte pela água”, um poema de T. S. Eliot que narra o destino de Flibas, o Fenício, afogado no mar, usando a imagem da água para refletir sobre a fragilidade da vida, a vaidade humana e a inevitável dissolução do tempo.
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Lucille Clifton – aqui jaz

“aqui jaz”, um poema de Lucille Clifton que transforma memória e perda em canto de resistência, onde até a morte se curva diante da dignidade da palavra e do desejo de respeito.
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Carlos Nejar – Gazel do Universo Começando

“Gazel do Universo Começando”, um poema de Carlos Nejar que funde amor e cosmos em imagens circulares de vento, trigo e mar, sugerindo que o universo inteiro começa no encontro amoroso e no movimento compartilhado dos amantes.
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Julia Copus – Uma passagem fácil

“Uma Passagem Fácil”, um poema de Julia Copus que suspende o instante frágil da adolescência entre luz e sombra, desejo e vertigem, revelando como o mundo se afasta justamente quando começamos a habitá-lo.
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Jorge Luis Borges – Poema dos Dons

“Poema dos Dons”, um poema de Jorge Luis Borges que converte a cegueira em paradoxo luminoso e faz da biblioteca infinita um labirinto onde destino e identidade se confundem.
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Sarah Clancy – Provavelmente

“Provavelmente”, um poema de Sarah Clancy sobre a insignificância humana diante do universo, e ainda assim, a eternidade que se condensa no instante simples de dois amantes partilhando um enigma em movimento.
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Jorge Luis Borges – Arte Poética

“Arte Poética”, um poema de Jorge Luis Borges que vê na poesia o espelho do tempo — rio incessante onde identidade, sonho e eternidade se refletem e se perdem.