Mês: abril 2026
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Tony Hoagland – A ligação

“A Ligação”, um poema de Tony Hoagland que fala da distância entre o que herdamos e o que perdoamos — onde um filho tenta alcançar, através de um fio de voz, o pai que ainda vive dentro dele como um eco antigo.
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Ferreira Gullar – Os Mortos

“Os mortos”, um poema de Ferreira Gullar que sugere que os mortos continuam a existir através da memória e da experiência dos vivos, vendo, ouvindo e até rindo por meio daqueles que permanecem no mundo.
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George Drew – Abençoado

“Abençoado”, um poema de George Drew sobre a serenidade diante do abismo — o instante em que a morte se confunde com a graça e o corpo, prestes a cessar, parece ascender em silêncio para o sol.
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Ferreira Gullar – Redundâncias

“Redundâncias”, um poema de Ferreira Gullar que reflete de forma filosófica sobre a morte, sugerindo que o medo e o apego ao mundo pertencem apenas aos vivos e que a própria ideia de morte existe somente enquanto há consciência para concebê-la.
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Ferreira Gullar – Visita

“Visita”, um poema de Ferreira Gullar que retrata um pai visitando o túmulo do filho no dia de Finados, confrontando a impossibilidade de alcançá-lo novamente e encontrando no gesto simples de escrever “eu te amo filho” uma forma tardia e dolorosa de amor.
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Lawrence Raab – Depois que vimos o que havia para ver

“Depois que vimos o que havia para ver”, um poema de Lawrence Raab sobre a fragilidade da memória, os objetos como espectros do tempo e o silêncio do que permanece quando o amor e a presença já se foram.
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Ferreira Gullar – A Alegria

“A Alegria”, um poema de Ferreira Gullar que confronta a ideia de que o sofrimento possui valor redentor, comparando a dor humana à dor animal para afirmar a igualdade biológica da existência e questionar as ilusões morais que tentam conferir sentido à dor.
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Sebastián López-Bermejo – Kursk, 1943

“Kursk, 1943”, um poema de Sebastián López-Bermejo em que a batalha entre o passado e o presente se desenha nas trincheiras da memória, onde o tempo se dissolve e a fronteira entre vitória e derrota se torna indefinida.
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Antonio Cicero – Cidade

“Cidade”, um poema de Antonio Cicero que revisita a cidade sonhada da juventude como metáfora do futuro imaginado, refletindo sobre memória, expectativa e a forma como o tempo transforma e obscurece aquilo que um dia parecia promessa absoluta.
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Mark Strand – Ficção

“Ficção”, um poema de Mark Strand que contempla o fim inevitável das histórias e da vida, mas descobre, no rastro de uma presença indizível, a promessa de que até o próprio fim é passageiro.