Mês: julho 2026
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Vinícius de Moraes – O Verbo no Infinito

Leia “O Verbo no Infinito”, de Vinícius de Moraes, um poema que celebra o amor e a existência como um fluxo contínuo de transformação e renascimento.
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Ada Limón – Drowning Creek

“Drowning Creek”, um poema de Ada Limón, transforma um breve encontro com um martim-pescador em uma profunda meditação sobre a alteridade. Entre a paisagem rural, a velocidade do cotidiano e a autonomia da vida selvagem, a poeta contempla uma forma de solidão que existe além da experiência humana e permanece irredutivelmente livre.
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Nicanor Parra – Cartas a uma Desconhecida

Leia “Cartas a uma Desconhecida”, de Nicanor Parra, um poema sobre o amor, a memória e a passagem do tempo, marcado por delicada melancolia.
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Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]
![Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2026/07/ChatGPT-Image-22-de-mai.-de-2026-22_18_55.png)
“[toda saudade é particular]”, um poema de Laura Liuzzi que parte da experiência íntima da saudade para investigar o destino de tudo aquilo que desaparece.
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Ana Martins Marques – entre a casa/ e o acaso,

Leia entre “a casa/ e o acaso”, de Ana Martins Marques, um poema que explora permanência, deslocamento e escolha por meio de uma linguagem precisa e sugestiva.
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Penelope Shuttle – Superada

“Superada”, um poema de Penelope Shuttle que captura o instante delicado em que a maternidade se vê confrontada pela passagem do tempo.
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Gregório de Matos – Nasce o Sol e Não Dura mais que um Dia

Leia “Nasce o Sol e Não Dura mais que um Dia”, de Gregório de Matos: um soneto barroco sobre o tempo, a beleza e a inconstância da vida.
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Gjertrud Schnackenberg – 1. Tirando o pó

“1. Tirando o pó”, um poema de Gjertrud Schnackenberg que transforma gestos domésticos cotidianos em meditação sobre memória, matéria e permanência.
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Mia Couto – O Espelho

Leia “O Espelho”, de Mia Couto: um poema sobre envelhecimento, identidade e o instante em que aprendemos a nos reconhecer.
