Tag: Silêncio
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Luljeta Lleshanaku – O Mistério das Orações

“O Mistério das Orações”, um poema de Luljeta Lleshanaku, explora a relação ambígua entre fé, vergonha, herança familiar e corporalidade. Entre orações sussurradas, gestos domésticos e uma religiosidade despojada de transcendência idealizada, o poema revela um mundo em que rezar e amar pertencem ao mesmo campo de vulnerabilidade, segredo e temor.
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Giacomo Leopardi – Canto XXVIII – A si mesmo

“A si mesmo” (Canto XXVIII), um poema de Giacomo Leopardi, condensa uma das mais intensas reflexões do poeta sobre a condição humana. Em versos de extraordinária sobriedade, o eu lírico renuncia às ilusões da esperança e confronta a finitude, transformando o desengano em uma meditação filosófica de impressionante força lírica.
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Cassiano Ricardo – Depois de Tudo

Leia “Depois de Tudo”, de Cassiano Ricardo, um poema sobre memória, silêncio e a passagem do tempo, marcado por imagens de rara delicadeza e profundidade.
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Ferreira Gullar – Infinito Silêncio

“Infinito Silêncio”, um poema de Ferreira Gullar que evoca o vazio primordial anterior à criação, explorando o silêncio como força originária e permanente que atravessa a existência e sustenta, de modo paradoxal, toda a vida.
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Goethe – Canção Noturna do Andarilho

“Canção Noturna do Andarilho”, um poema de Goethe que sussurra a serenidade suprema onde o silêncio da natureza antecipa o descanso final e definitivo.
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Marie Howe – A promessa

“A Promessa”, um poema de Marie Howe sobre a linguagem interditada entre os mundos, o amor que persiste mesmo no silêncio, e os olhos que dizem o que a morte ainda não pode calar.
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Jacob Sam-La Rose – Do lado de lá

“Do Lado de Lá”, um poema de Jacob Sam-La Rose em que a ausência fala por silêncios, os mortos atendem em sonhos e a linha que nos separa deles é apenas o eco interminável do que nunca foi dito.
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Anna Kamieńska – O silêncio de Jó

“O Silêncio de Jó”, um poema de Anna Kamieńska em que o silêncio ressoa como enigma último — entre a humildade e o orgulho, entre a resignação e o abismo da linguagem.
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Anna Kamieńska – Minha mãe e eu

“Minha Mãe e Eu”, um poema de Anna Kamieńska sobre o tempo que não une pelo calendário, mas pelo sofrimento — e sobre o silêncio como a última linguagem entre almas que um dia se buscavam em vão.
