Tag: Solidão
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Mark Strand – Mar negro

“Mar Negro”, um poema de Mark Strand, transforma a contemplação do mar noturno numa meditação sobre desejo, ausência e expectativa. Entre estrelas, ondas e silêncio, o eu lírico projeta a chegada de alguém amado e confronta, ao fim, a fragilidade dessa esperança diante da vastidão indiferente do mundo.
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Rui Pires Cabral – Cartas

“Cartas”, um poema de Rui Pires Cabral, transforma a correspondência entre duas pessoas numa meditação sobre a solidão, o envelhecimento e a lenta perda de nós mesmos. Entre palavras escritas e silêncios compartilhados, emerge a consciência de um desamparo que aproxima sem necessariamente unir. O poema encontra sua força na delicada incerteza de um encontro…
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Jason Shinder – Meia Idade

“Meia Idade”, um poema de Jason Shinder que examina a maturidade como um território marcado pela perda, pela memória e pela persistência do desejo.
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Joan Margarit – Paisagem

“Paisagem”, um poema de Joan Margarit que apresenta a solidão não como abandono, mas como um último refúgio onde identidade, memória e companhia se confundem.
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Joan Margarit – Recolhimentos

“Recolhimentos”, um poema de Joan Margarit que reflete sobre o envelhecimento, o esgotamento diante do ruído do mundo e a busca por uma forma mais essencial de existência.
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Joan Margarit – Tua Rua

Chegas a uma manhã luminosa.Aos quarenta e dois. Andorinhasvoam de uma ponta a outra da rua.Cálculo de estruturas: diante de tiergue-se o frio terminal de um limite.De repente, encontras-te só em casa.E o inverno já chegou até a rua.E teus setenta anos sorriem para ti.Percebes então o quanto tudo está perto.Um ônibus, um metrô. Chegas…
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Charles Bukowski – Poema nos meus 43 anos

Leia “Poema nos meus 43 anos”, de Charles Bukowski, uma reflexão irônica sobre solidão, liberdade e o cotidiano à margem das convenções sociais.
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Tony Hoagland – O trabalho mais solitário do mundo

“O trabalho mais solitário do mundo”, um poema de Tony Hoagland que explora a tendência humana de transformar os afetos em cálculos e balanços imaginários.
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Ada Limón – Drowning Creek

“Drowning Creek”, um poema de Ada Limón, transforma um breve encontro com um martim-pescador em uma profunda meditação sobre a alteridade. Entre a paisagem rural, a velocidade do cotidiano e a autonomia da vida selvagem, a poeta contempla uma forma de solidão que existe além da experiência humana e permanece irredutivelmente livre.
