Tag: Sofrimento
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Thomas Hardy – Acaso

Leia “Acaso”, de Thomas Hardy, um poema sobre destino, sofrimento e a indiferença do universo diante da condição humana.
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Franz Wright – Um só coração

“Um só amor”, um poema de Franz Wright que combina confissão e oração para expressar a fragilidade humana diante de um mundo caótico, encontrando, em breves instantes de lucidez e beleza, uma experiência de graça que transforma o sofrimento em súplica e gratidão.
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Ferreira Gullar – A Alegria

“A Alegria”, um poema de Ferreira Gullar que confronta a ideia de que o sofrimento possui valor redentor, comparando a dor humana à dor animal para afirmar a igualdade biológica da existência e questionar as ilusões morais que tentam conferir sentido à dor.
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James Wright – Taranto

“Taranto”, um poema de James Wright em que a história humana se revela como pulmão ferido, mas ainda capaz de soprar o impossível rosto da beleza sobre a superfície inquieta do mar.
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Emily Dickinson – Dizem que “O Tempo Consola”

“Dizem que ‘O Tempo Consola'”, um poema de Emily Dickinson que desvela a ilusão do esquecimento, onde o tempo, em vez de curar, apenas cristaliza a dor em sua forma mais pura e duradoura.
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Donizete Galvão – Peso

Peso Lixe a pedra.Lime a pedra.Rale a pedra.Role a pedra.Cada noitelá estará ela:pedra.Dura,áspera,intacta,pesandono peito.
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Anna Kamieńska – O silêncio de Jó

“O Silêncio de Jó”, um poema de Anna Kamieńska em que o silêncio ressoa como enigma último — entre a humildade e o orgulho, entre a resignação e o abismo da linguagem.
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Anna Kamieńska – Não te preocupes

“Não te Preocupes”, um poema de Anna Kamieńska sobre o tempo que nos dispersa, as mortes que nos moldam e o enigma de uma alegria que só se revela quando já não é mais adiada.
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Anna Kamieńska – Uma prece que será atendida

“Uma Prece que Será Atendida”, um poema de Anna Kamieńska sobre a aceitação do efêmero como condição da eternidade — um último desejo de desaparecer com humildade, deixando o mundo intacto, a beleza intacta, e a dor, por um instante, esquecida.
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Linda Pastan – Consagrada a Apolo

“Consagrada a Apolo”, um poema de Linda Pastan que tece uma narrativa de transformação feminina, onde a voz poética desafia as expectativas masculinas e revela a força e a complexidade da identidade da mulher.