Mês: março 2026
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Jorge Luis Borges – Poema dos Dons

“Poema dos Dons”, um poema de Jorge Luis Borges que converte a cegueira em paradoxo luminoso e faz da biblioteca infinita um labirinto onde destino e identidade se confundem.
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Sarah Clancy – Provavelmente

“Provavelmente”, um poema de Sarah Clancy sobre a insignificância humana diante do universo, e ainda assim, a eternidade que se condensa no instante simples de dois amantes partilhando um enigma em movimento.
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Jorge Luis Borges – Arte Poética

“Arte Poética”, um poema de Jorge Luis Borges que vê na poesia o espelho do tempo — rio incessante onde identidade, sonho e eternidade se refletem e se perdem.
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Rogelio Echavarría – A felicidade

“A Felicidade”, um poema de Rogelio Echavarría em que a vastidão do universo e a indiferença alheia contrastam com uma devoção singular e inabalável.
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Rainer Maria Rilke – Solidão

“Solidão”, um poema de Rainer Maria Rilke que transforma o isolamento em chuva incessante, caindo sobre a cidade e infiltrando-se nas fissuras invisíveis das relações humanas.
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Cassiano Ricardo – Ladainha

“Ladainha”, um poema de Cassiano Ricardo que ironiza a fé moderna na máquina e revela o risco de delegarmos à técnica aquilo que nos torna humanos.
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James Wright – Taranto

“Taranto”, um poema de James Wright em que a história humana se revela como pulmão ferido, mas ainda capaz de soprar o impossível rosto da beleza sobre a superfície inquieta do mar.
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Heinrich Heine – [Larga as parábolas sagradas]
![Heinrich Heine – [Larga as parábolas sagradas]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2026/02/heine.png)
“Larga as parábolas sagradas”, um poema de Heinrich Heine que desafia o silêncio divino e interroga a injustiça do mundo até o limite abrupto da morte.
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Jack Gilbert – Envelhecer

Diante do envelhecimento, o eu do poema mede a solidão e a permanência do amor sem recorrer ao consolo fácil. A passagem do tempo transforma o corpo e a convivência, mas não elimina a intimidade construída pela memória.
