-
Denise Levertov – O Segredo

“O Segredo”, um poema de Denise Levertov que reflete sobre a natureza fugaz das revelações essenciais da vida, celebrando a capacidade de descobrir e redescobrir sentidos profundos mesmo quando eles se perdem na memória.
-
Nick Flynn – Quinhentos anos

“Quinhentos Anos”, um poema de Nick Flynn que escuta o que permanece quando tudo já passou, onde o tempo comprime a presença até restar apenas uma forma silenciosa — não de quem fomos, mas do modo como deixamos de estar.
-
Adília Lopes – A Propósito das Estrelas

“A propósito das estrelas”, um poema de Adília Lopes que explora de forma circular e delicada a fusão entre amor e fascínio, refletindo sobre como o interesse por uma pessoa e por algo externo — as estrelas — se entrelaçam de modo inseparável na memória e na experiência afetiva.
-
Billy Collins – A arte de se afogar

“A arte de se afogar”, um poema de Billy Collins em que a morte dispensa revelações, o tempo falha em se organizar como narrativa e, no lugar de um sentido final, o mundo segue em frente, indiferente, exato, passando por nós como um peixe prateado na água.
-
Walter de la Mare – Os que Ouviam

‘Tem alguém em casa?’ indagou o Viajante Defronte à porta enluarada; Seu cavalo no silêncio ruminava o capim Da forragem fértil e enfolhada: E uma ave voou para muito além da torre, Acima de sua cabeça: E de novo a porta ele outra vez castigou; ‘Tem alguém em casa?’ ele disse. Mas ninguém desceu para…
-
Sara Teasdale – Sabedoria

“Sabedoria”, um poema de Sara Teasdale em que cada portão aberto guarda uma renúncia não pronunciada.
-
Ulisses Tavares – Religião

“Religião”, um poema de Ulisses Tavares que apresenta uma crítica concisa e irônica à alienação religiosa.
-
Fleur Adcock – Poema interrompido por uma morte

“Poema Interrompido por uma Morte”, um poema de Fleur Adcock que costura o amor e a perda com fios de lucidez, desfazendo o lirismo para revelar o que permanece quando tudo é lavado, apagado e posto em silêncio.
-
Paulo Bomfim – Soneto I

“Soneto I”, soneto de Paulo Bomfim que utiliza a metáfora marítima para expressar uma travessia interior marcada por memória, sofrimento e busca existencial, onde o eu lírico navega por mares simbólicos rumo ao confronto consigo mesmo.
-
Patrick Galvin – Plaisir d’Amour

“Plaisir d’Amour”, um poema de Patrick Galvin sobre o desejo como última forma de resistência ao tempo.