Tag: Impermanência
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Denise Levertov – Viver

Leia “Viver”, de Denise Levertov: um poema sobre a beleza efêmera da natureza e a consciência de que cada instante pode ser o último.
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Bianca Stone – Marco Aurélio

Leia “Marco Aurélio”, de Bianca Stone, um poema contemporâneo sobre estoicismo, autoconhecimento, impermanência e o desejo de recomeçar a vida.
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Lucrécio – Da Natureza das Coisas (de rerum natura) (excerto)

Leia este excerto de “Da Natureza das Coisas”, de Lucrécio, um poema filosófico sobre matéria, natureza e a transformação contínua do universo.
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Jaan Kaplinski – [A roupa nunca acaba de ser lavada]
![Jaan Kaplinski – [A roupa nunca acaba de ser lavada]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/03/ChatGPT-Image-30-de-mai.-de-2026-20_05_23.png)
“[A roupa nunca acaba de ser lavada]”, um poema de Jaan Kaplinski que transforma as tarefas intermináveis da vida cotidiana em reflexão filosófica sobre impermanência e continuidade.
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Jane Kenyon – Queda

“Queda”, um poema de Jane Kenyon que reúne acontecimentos naturais, corporais e históricos numa mesma corrente de transformação inevitável.
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Gregório de Matos – Nasce o Sol e Não Dura mais que um Dia

Leia “Nasce o Sol e Não Dura mais que um Dia”, de Gregório de Matos: um soneto barroco sobre o tempo, a beleza e a inconstância da vida.
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Franz Wright – O desaparecimento

“O desaparecimento”, um poema de Franz Wright que contempla a beleza efêmera do mundo sob o signo da perda, sugerindo que tudo é visto pela última vez e culminando em uma atitude de exaustão e resignação diante daquilo que nunca foi plenamente compreendido.
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Dennis O’Driscoll – alguém

“alguém”, um poema de Denis O’Driscoll, em que o poeta enumera gestos cotidianos de pessoas comuns que, sem que elas saibam, são os últimos momentos de suas vidas, revelando a fragilidade da existência e a proximidade invisível da morte.
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T. S. Eliot – Morte Pela Água

“Morte pela água”, um poema de T. S. Eliot que narra o destino de Flibas, o Fenício, afogado no mar, usando a imagem da água para refletir sobre a fragilidade da vida, a vaidade humana e a inevitável dissolução do tempo.
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Mary Oliver – Devíamos estar preparados

“Devíamos Estar Preparados”, um poema de Mary Oliver sobre os sinais sutis da perda e a beleza melancólica das despedidas inevitáveis que a natureza nos ensina, sem alarde.