Tag: Cotidiano
-
Jack Gilbert – Momentos marcantes e interstícios

A memória não se organiza apenas por acontecimentos decisivos, mas também pelos intervalos cotidianos entre eles. Jack Gilbert observa como ausência e convivência permanecem nos interstícios, formando uma vida por detalhes e pausas.
-
Jaan Kaplinski – [A roupa nunca acaba de ser lavada]
![Jaan Kaplinski – [A roupa nunca acaba de ser lavada]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/03/ChatGPT-Image-30-de-mai.-de-2026-20_05_23.png)
“[A roupa nunca acaba de ser lavada]”, um poema de Jaan Kaplinski que transforma as tarefas intermináveis da vida cotidiana em reflexão filosófica sobre impermanência e continuidade.
-
Dennis O’Driscoll – alguém

“alguém”, um poema de Denis O’Driscoll, em que o poeta enumera gestos cotidianos de pessoas comuns que, sem que elas saibam, são os últimos momentos de suas vidas, revelando a fragilidade da existência e a proximidade invisível da morte.
-
Zoe Higgins – Ode

“Ode”, um poema de Zoe Higgins que celebra o inacabado e transforma a falha diária em gesto de aceitação serena da vida como ela é.
-
Hans Magnus Enzensberger – Hábitos

“Hábitos”, um poema de Hans Magnus Enzensberger que contrapõe a grandeza intelectual à banalidade das ações cotidianas, ressaltando a repetição e a simplicidade da vida comum como mais constantes e fundamentais do que as obras extraordinárias.
-
Sarah Clancy – Provavelmente

“Provavelmente”, um poema de Sarah Clancy sobre a insignificância humana diante do universo, e ainda assim, a eternidade que se condensa no instante simples de dois amantes partilhando um enigma em movimento.
-
Nelson Santander – Sonho Sertanejo

Sonho Sertanejo, uma crônica de Nelson Santander sobre sonhos, subconsciente e gosto musical
-
Kim Addonizio – A porta azul

“A Porta Azul”, um poema de Kim Addonizio em que o tempo se dobra no instante antes da perda, e o amor, já irremediável, ainda se oferece à boca como sal.
-
Billy Collins – Casa vazia

“Casa Vazia”, um poema de Billy Collins em que o tempo suspende a perda e deixa, por um instante, que o olhar das coisas resista ao desaparecimento.
-
Wendy Cope – 30 de dezembro

“30 de Dezembro”, um poema de Wendy Cope que transforma o rescaldo da desordem natalina em uma revelação de silêncio e luz, onde o instante banal se abre como promessa de renascimento.