Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Wendell Berry – 10 de outubro

“10 de Outubro”, um poema de Wendell Berry que captura, com delicadeza e silêncio, o instante em que o outono começa a apagar os vestígios do verão, revelando os sinais sutis de uma transição mais profunda.
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Emily Dickinson – Dizem que “O Tempo Consola”

“Dizem que ‘O Tempo Consola'”, um poema de Emily Dickinson que desvela a ilusão do esquecimento, onde o tempo, em vez de curar, apenas cristaliza a dor em sua forma mais pura e duradoura.
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Marie Howe – A promessa

“A Promessa”, um poema de Marie Howe sobre a linguagem interditada entre os mundos, o amor que persiste mesmo no silêncio, e os olhos que dizem o que a morte ainda não pode calar.
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David Ignatow – Resgatem os mortos

“Resgatem os Mortos”, um poema de David Ignatow em que amar é perder-se no invisível, viver é assinar o esquecimento e salvar os mortos talvez seja o único gesto livre que ainda nos resta.
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Tom Clark – De mudança

“De Mudança”, um poema de Tom Clark sobre o peso invisível dos anos, a memória que se entranha nas paredes e o rastro de vida que persiste além de quem parte.
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Roo Borson – Depois de uma morte

“Depois de uma Morte”, um poema de Roo Borson que transforma o vazio em objeto de repouso, onde a ausência respira como presença e o amor, inútil e eterno, encontra morada no silêncio.
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Philip Larkin – Por que sonhei contigo a noite passada?

“Por que sonhei contigo a noite passada?”, um poema de Philip Larkin que revela como o passado, julgado esquecido, regressa no sonho para reacender a dor íntima da memória.
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Jim Harrison – Vassoura

“Vassoura”, um poema de Jim Harrison em que o corpo e a morte se reconhecem no mesmo gesto, e varrer torna-se um rito de esvaziamento — um lento desnudamento do mundo até restar apenas o ar onde o nome dança invisível.
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Philip Larkin – Ignorância

“Ignorância”, um poema de Philip Larkin que expõe a perplexidade humana diante da vida e da morte, revelando o desconcerto de existir sem jamais compreender plenamente por quê.
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Gregory Orr – [A dor virá até você]
![Gregory Orr – [A dor virá até você]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2025/07/chatgpt-image-24-de-jul.-de-2025-21_01_27.png)
“A Dor Virá até Você”, um poema de Gregory Orr sobre o peso inevitável do existir — um rio escuro que nos arrasta, onde nadar e cantar são apenas gestos frágeis contra o destino.