Categoria: Poesia em Língua Inglesa
-
Katie Ford – A forma do que somos

“A Forma do que Somos”, um poema de Katie Ford que desce às profundezas da luz, onde o corpo e o vazio têm o mesmo contorno.
-
Michael Van Walleghen – Felicidade

“Felicidade”, um poema de Michael Van Walleghen que contempla o milagre sujo da alegria — essa centelha que insiste em arder mesmo na lama.
-
Don Marquis – a lição da mariposa

“a lição da mariposa”, um poema de Don Marquis em que a busca pela beleza revela o preço da consciência e o fulgor trágico de existir.
-
William Butler Yeats – “No Second Troy” em duas traduções (+ revisão do poema)

“No Second Troy”, um poema de William Butler Yeats que reflete sobre uma figura feminina de beleza intensa e perturbadora, associando-a a forças de destruição e paixão, e sugerindo que sua natureza extraordinária não poderia senão gerar conflito em um mundo incapaz de contê-la.
-
Tony Hoagland – A ligação

“A Ligação”, um poema de Tony Hoagland que fala da distância entre o que herdamos e o que perdoamos — onde um filho tenta alcançar, através de um fio de voz, o pai que ainda vive dentro dele como um eco antigo.
-
George Drew – Abençoado

“Abençoado”, um poema de George Drew sobre a serenidade diante do abismo — o instante em que a morte se confunde com a graça e o corpo, prestes a cessar, parece ascender em silêncio para o sol.
-
Lawrence Raab – Depois que vimos o que havia para ver

“Depois que vimos o que havia para ver”, um poema de Lawrence Raab sobre a fragilidade da memória, os objetos como espectros do tempo e o silêncio do que permanece quando o amor e a presença já se foram.
-
Mark Strand – Ficção

“Ficção”, um poema de Mark Strand que contempla o fim inevitável das histórias e da vida, mas descobre, no rastro de uma presença indizível, a promessa de que até o próprio fim é passageiro.
-
Heidi Priebe – Enquanto houver amor, haverá dor

“Enquanto houver amor, haverá dor”, um poema de Heidi Priebe em que a ausência se revela como a face secreta do afeto, e o luto se transforma em testemunho vivo de que o amor nunca cessa, apenas muda de forma.
-
Sharon Olds – A menina

“A Menina”, um poema de Sharon Olds que rasga o véu da inocência, expõe o horror em sua nudez mais crua e, ainda assim, interroga o mistério da sobrevivência como uma chama que insiste em arder no escuro.