Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Jack Gilbert – Ilhas e figos

Entre ilhas, figos e imagens concretas do mundo, o poema procura uma forma de alegria que não ignore dificuldade e perda. Jack Gilbert aproxima paisagem e experiência para mostrar como a vida insiste em oferecer intensidade.
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Jacob Sam-La Rose – Do lado de lá

“Do Lado de Lá”, um poema de Jacob Sam-La Rose em que a ausência fala por silêncios, os mortos atendem em sonhos e a linha que nos separa deles é apenas o eco interminável do que nunca foi dito.
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Czesław Miłosz – O jardim das delícias terrenas

“O Jardim das Delícias Terrenas”, um poema de Czesław Miłosz que sussurra o espanto de existir entre o paraíso e o abismo, onde a carne sonha ser espírito, o tempo apodrece em âmbar e o desejo, eterno e mortal, tenta decifrar o enigma de Deus.
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Richard Scott – versão de amor

“versão de amor”, um poema de Richard Scott que sussurra, entre vigílias e vertigens, que amar é guardar um corpo adormecido contra o sopro insuspeito do fim — e perguntar, no silêncio entre dois sonhos, se ainda há alma no que resta.
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Garrett Hongo – Homenagem a uma noiva de retrato

“Homenagem a uma noiva de retrato”, um poema de Garrett Hongo sobre as vidas que se esvaem entre o que se promete e o que se perde — onde o vento é viúvo da memória, e uma fotografia é tudo o que resta do que jamais chegou a ser inteiro.
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Franz Wright – Sobre a morte de um gato

“Sobre a morte de um gato”, um poema de Franz Wright que escuta o silêncio onde antes havia um corpo, e descobre a forma mais serena da eternidade.”
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Philip Larkin – Aubade

De dia, trabalho; à noite, eu meio que encho a cara.Olho o negror sem som, me levantando às quatro.Em tempo, a borda da cortina vai estar clara.Até lá, vejo aquilo que está ali, de fato:A morte infatigável, um dia mais perto,Tornando inviável todo pensamento, excetoO de onde, como e quando a minha vai chegar.Uma pergunta…
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Lena Khalaf Tuffaha – Ordens de Evacuação

“Ordens de Evacuação”, um poema de Lena Khalaf Tuffaha que transforma o tempo em sentença, a voz em bomba, e a fuga em prova de humanidade — onde correr é morrer de pé e permanecer é tornar-se invisível ao mundo.
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Philip Larkin – Eu Comecei a Dizer

Eu comecei a dizer“Um quarto de século”Ou “trinta anos atrás”Sobre minha própria vida. Isso me deixa sem fôlegoÉ como despencar e arremeterAcenando em largos girosAtravés do céu vazio. Tudo o que resta acontecerSão algumas mortes (incluindo a minha).Em que ordem, e de que maneira,É o que resta saber. Trad.: Luiz Roberto Guedes REPUBLICAÇÃO: poema originalmente…
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Kim Addonizio – A porta azul

“A Porta Azul”, um poema de Kim Addonizio em que o tempo se dobra no instante antes da perda, e o amor, já irremediável, ainda se oferece à boca como sal.