Categoria: Poesia em Língua Inglesa
-
Philip Larkin – As Árvores

As árvores se põem a enfolharComo algo quase expresso. Seus brotos,Tenros, estão se estendendo, soltos;Seu verde é uma espécie de pesar. Renascem, ou é a gente que vem aEnvelhecer? Não, morrem, por certo.O truque anual de um novo aspectoEstá inscrito nos anéis da lenha. E cada castelo móvel, no mêsDe maio, em fronde espessa, pareceDizer:…
-
Jane Kenyon – Talvez seja assim

“Talvez Seja Assim”, um poema de Jane Kenyon sobre a velocidade com que a vida se afasta de nós — e o instante suspenso em que percebemos que já passamos por tudo sem ter tocado em nada.
-
Louise Glück – Madrugada

“Madrugada”, um poema de Louise Glück que sussurra o cansaço das palavras entre dois corpos distantes, onde o amor se dissolve em tarefas e o silêncio — mais que a dor — passa a responder.
-
Faith Shearin – Desastres Naturais

“Desastres Naturais”, um poema de Faith Shearin que revela, sob o ruído do caos, a súbita e silenciosa trégua entre forças contrárias — como se, diante da fragilidade última, até a natureza se recordasse da ternura.
-
Alan Dugan – Análise marxista do quinto trabalho de Hércules

“Análise marxista do quinto trabalho de Hércules”, um poema de Alan Dugan que revisita a mitologia como campo de tensão entre poder e subversão, onde a limpeza transcende o literal e se torna gesto simbólico de destruição e reinício.
-
Carol Ann Duffy – Aliança

“Aliança”, um pequeno poema de Carol Ann Duffy em que a ausência se enrosca no tempo, e um círculo de metal torna-se símbolo do que persiste entre o que foi e o que ainda não é.
-
Anthony Abbott – Luz do entardecer

“Luz do Entardecer”, um poema de Anthony Abbott em que a beleza fugidia do mundo visível se entrelaça, de súbito, com a dor irremediável da perda — como se cada cena guardasse um presságio não dito.


