Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Sharon Olds – O pênis do Papa

“O Pênis do Papa”, um poema de Sharon Olds que une o sagrado e o carnal em uma visão ao mesmo tempo cômica e perturbadora, revelando o mistério da carne que insiste em louvar mesmo quando deveria calar.
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Jim Harrison – Para Rose (de “Cartas para Yesenin”)

“Para Rose”, um poema de Jim Harrison em que a efemeridade da glória e o peso da derrota se entrelaçam com a permanência secreta da poesia, que sobrevive no colo da juventude como um coração morto ainda pulsando em silêncio.”
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Stephen Dobyns – Luto

“Luto”, um poema de Stephen Dobyns em que a memória escorre como água pelo deserto, e a vida, ao perder o fio que a sustenta, se despedaça em silêncio e cinzas.
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T. S. Eliot – Morte Pela Água

“Morte pela água”, um poema de T. S. Eliot que narra o destino de Flibas, o Fenício, afogado no mar, usando a imagem da água para refletir sobre a fragilidade da vida, a vaidade humana e a inevitável dissolução do tempo.
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Lucille Clifton – aqui jaz

“aqui jaz”, um poema de Lucille Clifton que transforma memória e perda em canto de resistência, onde até a morte se curva diante da dignidade da palavra e do desejo de respeito.
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Julia Copus – Uma passagem fácil

“Uma Passagem Fácil”, um poema de Julia Copus que suspende o instante frágil da adolescência entre luz e sombra, desejo e vertigem, revelando como o mundo se afasta justamente quando começamos a habitá-lo.
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Sarah Clancy – Provavelmente

“Provavelmente”, um poema de Sarah Clancy sobre a insignificância humana diante do universo, e ainda assim, a eternidade que se condensa no instante simples de dois amantes partilhando um enigma em movimento.
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James Wright – Taranto

“Taranto”, um poema de James Wright em que a história humana se revela como pulmão ferido, mas ainda capaz de soprar o impossível rosto da beleza sobre a superfície inquieta do mar.
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Jack Gilbert – Envelhecer

Diante do envelhecimento, o eu do poema mede a solidão e a permanência do amor sem recorrer ao consolo fácil. A passagem do tempo transforma o corpo e a convivência, mas não elimina a intimidade construída pela memória.
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William Butler Yeats – Bizâncio

“Bizâncio”, um poema de William Butler Yeats que transfigura a matéria em ouro simbólico e faz da arte um limiar onde vida e morte se fundem numa eternidade ardente.