Tag: finitude
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Charles Bukowski – Até

“Até”, um poema de Charles Bukowski, contempla a inevitabilidade da perda e da morte com a lucidez desencantada característica do poeta. Entre referências a Hemingway e Camus, imagens banais do cotidiano e a consciência de um destino conhecido, o poema encontra na simples continuidade da vida uma forma de resistência, sem heroísmo nem consolo, diante…
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Jim Harrison – A morte, outra vez

“A morte, outra vez”, um poema de Jim Harrison, recusa tanto o romantismo quanto a melancolia para encarar a morte como parte ordinária da existência. Entre humor irreverente e contemplação, o poeta conduz o olhar do cotidiano ao mistério, até encontrar na natureza uma imagem serena dos limites do que podemos conhecer.
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Giacomo Leopardi – Canto XXVIII – A si mesmo

“A si mesmo” (Canto XXVIII), um poema de Giacomo Leopardi, condensa uma das mais intensas reflexões do poeta sobre a condição humana. Em versos de extraordinária sobriedade, o eu lírico renuncia às ilusões da esperança e confronta a finitude, transformando o desengano em uma meditação filosófica de impressionante força lírica.
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Maria Popova – Mas tivemos música

Leia “Mas tivemos música”, de Maria Popova, um poema luminoso sobre finitude, cosmos, beleza e a capacidade humana de se maravilhar diante do universo.
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Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]
![Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2026/07/ChatGPT-Image-22-de-mai.-de-2026-22_18_55.png)
“[toda saudade é particular]”, um poema de Laura Liuzzi que parte da experiência íntima da saudade para investigar o destino de tudo aquilo que desaparece.
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Paulo Henriques Britto – de “Uma Doença”

O poema III da série “Uma Doença” utiliza o corpo como metáfora para a condição humana, apresentando toda forma de existência como provisória e arbitrária, e apontando a morte como o único estado definitivo.
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Alberto Ríos – Contos

“Contos”, um poema de Alberto Ríos sobre a brevidade luminosa de existir, esse esboço de romance que escrevemos sem tempo de chegar ao fim, enquanto tentamos decifrar o enredo antes que a última página nos vire sozinha.
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Omar Khayyam – do Rubaiyat (XXXI)

“Rubaiyat (XXXI)”, um poema de Omar Khayyam que critica a vaidade do conhecimento humano diante da inevitabilidade da morte, lembrando que toda ambição intelectual é irrelevante perante a finitude do corpo e o destino comum da decomposição.
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Mark Strand – Ficção

“Ficção”, um poema de Mark Strand que contempla o fim inevitável das histórias e da vida, mas descobre, no rastro de uma presença indizível, a promessa de que até o próprio fim é passageiro.
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Sarah Clancy – Provavelmente

“Provavelmente”, um poema de Sarah Clancy sobre a insignificância humana diante do universo, e ainda assim, a eternidade que se condensa no instante simples de dois amantes partilhando um enigma em movimento.