Tag: Família
-
Joan Margarit – Rumo ao crepúsculo

“Rumo ao Crepúsculo”, um poema de Joan Margarit que imagina a família como uma procissão através do tempo, unindo vivos e mortos em uma mesma paisagem de memória.
-
Zbigniew Herbert – O que nossos mortos fazem

“O que nossos mortos fazem”, um poema de Zbigniew Herbert sobre a delicada persistência dos que partiram — que, mesmo em silêncio, continuam a nos guiar com sinais furtivos, pequenos avisos e gestos de cuidado que atravessam o sonho e a memória.
-
Alice Walker – “Boa noite, Willie Lee, nos vemos pela manhã”

“Boa noite, Willie Lee, nos vemos pela manhã”, um poema de Alice Walker em que o perdão vence o tempo — e, entre o silêncio da morte e a ternura da manhã, a alma aprende a voltar.
-
Tony Hoagland – A ligação

“A Ligação”, um poema de Tony Hoagland que fala da distância entre o que herdamos e o que perdoamos — onde um filho tenta alcançar, através de um fio de voz, o pai que ainda vive dentro dele como um eco antigo.
-
Lawrence Raab – Depois que vimos o que havia para ver

“Depois que vimos o que havia para ver”, um poema de Lawrence Raab sobre a fragilidade da memória, os objetos como espectros do tempo e o silêncio do que permanece quando o amor e a presença já se foram.
-
Lucille Clifton – aqui jaz

“aqui jaz”, um poema de Lucille Clifton que transforma memória e perda em canto de resistência, onde até a morte se curva diante da dignidade da palavra e do desejo de respeito.
-
Anna Kamieńska – Minha mãe e eu

“Minha Mãe e Eu”, um poema de Anna Kamieńska sobre o tempo que não une pelo calendário, mas pelo sofrimento — e sobre o silêncio como a última linguagem entre almas que um dia se buscavam em vão.
-
Anna Kamieńska – Avós

“Avós”, um poema de Anna Kamieńska que, sob a superfície tranquila de uma imagem familiar, evoca os ecos intangíveis do tempo, onde vida e ausência se entrelaçam em silêncio.
-
David Ignatow – Para a minha filha

Quando eu morrer, escolhe uma estrelae dá-lhe o meu nomepara que saibas quenão te abandoneinem te esqueci.Foste para mim uma estrela,guiando-me pelo teu nascimentoe infância, minha mãona tua mão. Quando eu morrer,escolhe uma estrela e dá-lheo meu nome para que eu possa brilharsobre ti, até que te juntes a mimna escuridão e no silênciojuntos. Trad.:…
-
Linda Pastan – Às vezes

“Às Vezes”, um poema de Linda Pastan que fala sobre o distanciamento gradual e a sensação de se tornar um observador silencioso do próprio futuro.