Categoria: Nelson Santander – Traduções
-
George Drew – Abençoado

“Abençoado”, um poema de George Drew sobre a serenidade diante do abismo — o instante em que a morte se confunde com a graça e o corpo, prestes a cessar, parece ascender em silêncio para o sol.
-
Lawrence Raab – Depois que vimos o que havia para ver

“Depois que vimos o que havia para ver”, um poema de Lawrence Raab sobre a fragilidade da memória, os objetos como espectros do tempo e o silêncio do que permanece quando o amor e a presença já se foram.
-
Sebastián López-Bermejo – Kursk, 1943

“Kursk, 1943”, um poema de Sebastián López-Bermejo em que a batalha entre o passado e o presente se desenha nas trincheiras da memória, onde o tempo se dissolve e a fronteira entre vitória e derrota se torna indefinida.
-
Mark Strand – Ficção

“Ficção”, um poema de Mark Strand que contempla o fim inevitável das histórias e da vida, mas descobre, no rastro de uma presença indizível, a promessa de que até o próprio fim é passageiro.
-
Heidi Priebe – Enquanto houver amor, haverá dor

“Enquanto houver amor, haverá dor”, um poema de Heidi Priebe em que a ausência se revela como a face secreta do afeto, e o luto se transforma em testemunho vivo de que o amor nunca cessa, apenas muda de forma.
-
Rocco Scotellaro – Agora que te perdi

“Agora que te perdi”, um poema de Rocco Scotellaro que transforma a ausência em vestígio, a memória em sede insaciável e o amor em pedra preciosa jamais encontrada no fundo das coisas.
-
Sharon Olds – O pênis do Papa

“O Pênis do Papa”, um poema de Sharon Olds que une o sagrado e o carnal em uma visão ao mesmo tempo cômica e perturbadora, revelando o mistério da carne que insiste em louvar mesmo quando deveria calar.
-
Jim Harrison – Para Rose (de “Cartas para Yesenin”)

“Para Rose”, um poema de Jim Harrison em que a efemeridade da glória e o peso da derrota se entrelaçam com a permanência secreta da poesia, que sobrevive no colo da juventude como um coração morto ainda pulsando em silêncio.”
-
Stephen Dobyns – Luto

“Luto”, um poema de Stephen Dobyns em que a memória escorre como água pelo deserto, e a vida, ao perder o fio que a sustenta, se despedaça em silêncio e cinzas.
-
Lucille Clifton – aqui jaz

“aqui jaz”, um poema de Lucille Clifton que transforma memória e perda em canto de resistência, onde até a morte se curva diante da dignidade da palavra e do desejo de respeito.