Tag: Saudade
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Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]
![Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2026/07/ChatGPT-Image-22-de-mai.-de-2026-22_18_55.png)
“[toda saudade é particular]”, um poema de Laura Liuzzi que parte da experiência íntima da saudade para investigar o destino de tudo aquilo que desaparece.
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Rocco Scotellaro – Agora que te perdi

“Agora que te perdi”, um poema de Rocco Scotellaro que transforma a ausência em vestígio, a memória em sede insaciável e o amor em pedra preciosa jamais encontrada no fundo das coisas.
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Philip Larkin – Por que sonhei contigo a noite passada?

“Por que sonhei contigo a noite passada?”, um poema de Philip Larkin que revela como o passado, julgado esquecido, regressa no sonho para reacender a dor íntima da memória.
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Carlos Drummond de Andrade – A um Ausente

Tenho razão de sentir saudade,tenho razão de te acusar.Houve um pacto implícito que rompestee sem te despedires foste embora.Detonaste o pacto.Detonaste a vida geral, a comum aquiescênciade viver e explorar os rumos de obscuridadesem prazo sem consulta sem provocaçãoaté o limite das folhas caídas na hora de cair. Antecipaste a hora.Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas…
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Kim Addonizio – A porta azul

“A Porta Azul”, um poema de Kim Addonizio em que o tempo se dobra no instante antes da perda, e o amor, já irremediável, ainda se oferece à boca como sal.
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Manuel António Pina – Amor como em Casa

“Amor como em Casa”, um poema de Manuel António Pina que retrata o amor como um regresso íntimo e familiar, onde a saudade, os gestos cotidianos e a ternura constroem a sensação de entrar no sentimento como quem volta para casa.
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Nuno Júdice – Réquiem por Muitos Maios

“Réquiem por Muitos Maios”, um poema de Nuno Júdice que evoca amigos boêmios marcados por excessos e autodestruição, refletindo sobre morte, saudade e a memória daqueles que viveram intensamente sem jamais compreender a própria vida.
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José Ángel Buesa – Ela amará a outro homem

“Ela amará a outro homem”, um poema de José Ángel Buesa que aceita a perda com resignação, mas afirma a permanência secreta do amor na memória que o tempo não consegue apagar.
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Ferreira Gullar – O Que Se Foi

“O Que Se Foi”, um poema de Ferreira Gullar que confronta a irreversibilidade do passado e revela a contradição íntima entre a lucidez da perda e o coração que insiste em pulsar pelo que não volta.
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Wendy Cope – Para minha irmã, emigrando

“Para minha irmã, emigrando”, um poema de Wendy Cope que retrata a complexidade do vínculo entre irmãs diante da separação, usando objetos deixados para trás como símbolo de afeto contido, conflitos familiares e amor que só se revela plenamente na ausência.