Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Boris Novak – Decisões

“Decisões”, um poema de Boris Novak em que o gesto mais humano é ouvir, e a esperança surge não como consolo, mas como fardo.
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Jack Gilbert – Primavera

A primavera surge como experiência de liberdade e distância, enquanto o amor convive com a escolha de estar só. Jack Gilbert observa a estação sem idealizá-la, deixando que desejo, mudança e solidão ocupem o mesmo espaço.
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Seamus Heaney — A Península

“A Península”, um poema de Seamus Heaney que transforma a jornada pelo vazio em método de revelação, ensinando que o silêncio pode ser mais eloquente que as palavras quando se aprende a ver as coisas fundadas limpas em suas próprias formas.
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Czesław Miłosz – Confissão

“Confissão”, um poema de Czesław Miłosz em que a grandeza é vista — mas não habitada.
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José Olivarez – Inverno em Cal City

“Inverno em Cal City”, um poema de José Olivarez sobre a sabedoria discreta de quem aprende a não confundir permanência com amor.
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David James – [Se Deus existe]
![David James – [Se Deus existe]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2025/12/chatgpt-image-20-de-dez.-de-2025-13_45_04.png)
“[Se Deus existe]”, um poema de David James que busca Deus não no alto, mas no que é exato, cotidiano e silenciosamente luminoso
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Alberto Ríos – Contos

“Contos”, um poema de Alberto Ríos sobre a brevidade luminosa de existir, esse esboço de romance que escrevemos sem tempo de chegar ao fim, enquanto tentamos decifrar o enredo antes que a última página nos vire sozinha.
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Patrick Kavanagh — Uma estrela

“Uma Estrela”, um poema de Patrick Kavanagh que perscruta a arquitetura do desaparecimento, onde a memória da luz se converte em fantasma e o gesto humano, suspenso na orla do abismo, tenta tatear a substância do silêncio.
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Zbigniew Herbert – O que nossos mortos fazem

“O que nossos mortos fazem”, um poema de Zbigniew Herbert sobre a delicada persistência dos que partiram — que, mesmo em silêncio, continuam a nos guiar com sinais furtivos, pequenos avisos e gestos de cuidado que atravessam o sonho e a memória.
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Yehuda Amichai – Tudo isso compõe um ritmo de dança

“Tudo isso compõe um ritmo de dança”, um poema de Yehuda Amichai em que o tempo rompe seus próprios compassos e faz da vida — com seus encontros interrompidos, amores que atravessam estações e memórias que nos tocam desde a morte — uma coreografia invisível, cuja música ninguém sabe quem inicia nem quem sustém.