Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Alberto Ríos – Contos

“Contos”, um poema de Alberto Ríos sobre a brevidade luminosa de existir, esse esboço de romance que escrevemos sem tempo de chegar ao fim, enquanto tentamos decifrar o enredo antes que a última página nos vire sozinha.
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Patrick Kavanagh — Uma estrela

“Uma Estrela”, um poema de Patrick Kavanagh que perscruta a arquitetura do desaparecimento, onde a memória da luz se converte em fantasma e o gesto humano, suspenso na orla do abismo, tenta tatear a substância do silêncio.
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Zbigniew Herbert – O que nossos mortos fazem

“O que nossos mortos fazem”, um poema de Zbigniew Herbert sobre a delicada persistência dos que partiram — que, mesmo em silêncio, continuam a nos guiar com sinais furtivos, pequenos avisos e gestos de cuidado que atravessam o sonho e a memória.
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Yehuda Amichai – Tudo isso compõe um ritmo de dança

“Tudo isso compõe um ritmo de dança”, um poema de Yehuda Amichai em que o tempo rompe seus próprios compassos e faz da vida — com seus encontros interrompidos, amores que atravessam estações e memórias que nos tocam desde a morte — uma coreografia invisível, cuja música ninguém sabe quem inicia nem quem sustém.
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Louise Glück – As migrações noturnas

“As migrações noturnas”, um poema de Louise Glück que contempla o instante em que a vida ainda pulsa no que se move e no que brilha, mesmo enquanto pressente o silêncio a que tudo regressa — um sussurro entre o ser e o não ser.
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Alice Walker – “Boa noite, Willie Lee, nos vemos pela manhã”

“Boa noite, Willie Lee, nos vemos pela manhã”, um poema de Alice Walker em que o perdão vence o tempo — e, entre o silêncio da morte e a ternura da manhã, a alma aprende a voltar.
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Bob Hicok – A última meditação de Rothko

“A Última Meditação de Rothko”, um poema de Bob Hicok que transforma o gesto da morte em um mergulho na própria cor — onde o corpo se desfaz, e o pensamento, dissolvido na luz, reencontra o silêncio de onde veio.
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Katie Ford – Carpa

“Carpa”, um poema de Katie Ford em que o humano, após atravessar toda a história e a luz do mundo, descobre que conhecer o outro é como mirar nas águas — e ver, no reflexo das carpas, apenas a própria alma em movimento.
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Katie Ford – Coliseu

“Coliseu”, um poema de Katie Ford sobre a ruína que respira — onde o corpo, a história e a consciência lutam até que o silêncio, enfim, os consuma.
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Katie Ford – A forma do que somos

“A Forma do que Somos”, um poema de Katie Ford que desce às profundezas da luz, onde o corpo e o vazio têm o mesmo contorno.