Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Julia Copus – Uma passagem fácil

“Uma Passagem Fácil”, um poema de Julia Copus que suspende o instante frágil da adolescência entre luz e sombra, desejo e vertigem, revelando como o mundo se afasta justamente quando começamos a habitá-lo.
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Sarah Clancy – Provavelmente

“Provavelmente”, um poema de Sarah Clancy sobre a insignificância humana diante do universo, e ainda assim, a eternidade que se condensa no instante simples de dois amantes partilhando um enigma em movimento.
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Rogelio Echavarría – A felicidade

“A Felicidade”, um poema de Rogelio Echavarría em que a vastidão do universo e a indiferença alheia contrastam com uma devoção singular e inabalável.
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Jack Gilbert – Envelhecer

Diante do envelhecimento, o eu do poema mede a solidão e a permanência do amor sem recorrer ao consolo fácil. A passagem do tempo transforma o corpo e a convivência, mas não elimina a intimidade construída pela memória.
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Wendell Berry – 10 de outubro

“10 de Outubro”, um poema de Wendell Berry que captura, com delicadeza e silêncio, o instante em que o outono começa a apagar os vestígios do verão, revelando os sinais sutis de uma transição mais profunda.
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Marie Howe – A promessa

“A Promessa”, um poema de Marie Howe sobre a linguagem interditada entre os mundos, o amor que persiste mesmo no silêncio, e os olhos que dizem o que a morte ainda não pode calar.
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David Ignatow – Resgatem os mortos

“Resgatem os Mortos”, um poema de David Ignatow em que amar é perder-se no invisível, viver é assinar o esquecimento e salvar os mortos talvez seja o único gesto livre que ainda nos resta.
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Tom Clark – De mudança

“De Mudança”, um poema de Tom Clark sobre o peso invisível dos anos, a memória que se entranha nas paredes e o rastro de vida que persiste além de quem parte.
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Roo Borson – Depois de uma morte

“Depois de uma Morte”, um poema de Roo Borson que transforma o vazio em objeto de repouso, onde a ausência respira como presença e o amor, inútil e eterno, encontra morada no silêncio.
