Categoria: Poesia em Língua Inglesa
-
Sharon Olds – A linha

“A Linha”, um poema de Sharon Olds que sonda os contornos invisíveis da mortalidade, deixando entrever, no escuro, a fulguração do ser.
-
Billy Collins – Casa vazia

“Casa Vazia”, um poema de Billy Collins em que o tempo suspende a perda e deixa, por um instante, que o olhar das coisas resista ao desaparecimento.
-
W. S. Merwin – Janeiro

“Janeiro”, um poema de W. S. Merwin que revela a poeira das estrelas em nossa carne, lembrando que somos frágeis lampejos do infinito olhando o infinito após a chuva.
-
Wendy Cope – 30 de dezembro

“30 de Dezembro”, um poema de Wendy Cope que transforma o rescaldo da desordem natalina em uma revelação de silêncio e luz, onde o instante banal se abre como promessa de renascimento.
-
Mary Oliver – Devíamos estar preparados

“Devíamos Estar Preparados”, um poema de Mary Oliver sobre os sinais sutis da perda e a beleza melancólica das despedidas inevitáveis que a natureza nos ensina, sem alarde.
-
Dan Pagis – Escrito a lápis no vagão lacrado

“Escrito a lápis no vagão lacrado”, um poema de Dan Pagis em que Eva deixa uma mensagem inacabada para Caim, entrelaçando o fratricídio bíblico com o horror do Holocausto.
-
Bob Hicok – Experiência não mediada

“Experiência Não Mediada”, um poema de Bob Hicok que explora, com ternura e ironia, os limites entre presença e ausência, revelando o absurdo delicado das esperanças humanas diante do inevitável.
-
Stanley Plumly – Jesus chorou

“Jesus Chorou”, um poema de Stanley Plumly que, partindo da mais breve das frases bíblicas, mergulha numa meditação íntima sobre a morte, a ausência e o estranho peso de continuar entre os vivos.
-
Stanley Plumly – Lázaro ao amanhecer

“Lázaro ao Amanhecer”, um poema de Stanley Plumly que mergulha nas fronteiras entre a morte e o despertar, evocando com lirismo sombrio o silêncio, a ausência e o indizível que pairam no limiar da existência.
-
Garous Abdolmalekian – Molde

“Molde”, um poema de Garous Abdolmalekian em que a delicadeza de um gesto cotidiano revela, em silêncio, uma fidelidade mais profunda do que qualquer patriotismo.