Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Jack Gilbert – Os hotéis perdidos de Paris

A lembrança de hotéis parisienses acompanha um amor que persiste na memória, embora lugares, corpos e anos desapareçam. O poema contrapõe a intensidade do vivido à certeza da perda, sem reduzir essa experiência à nostalgia.
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Suji Kwock Kim – Ocupação

“Ocupação”, um poema de Suji Kwock Kim que constrói, por meio de imagens brutais e arquitetura simbólica, uma alegoria da violência institucionalizada e da transformação da morte em estrutura.
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Stephen Dunn – Checklist

“Checklist”, um poema de Stephen Dunn que examina, em tom crítico e imagética incisiva, as múltiplas formas pelas quais o trabalho se infiltra no corpo e na mente, moldando hábitos, afetos e vazios.
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Stephen Dunn – Bank Street

“Bank Street”, um poema de Stephen Dunn que retrata o início de uma vida a dois marcada por precariedade material e intensidade emocional, explorando a paixão, os conflitos e o processo de descoberta que antecede a estabilidade.
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Franz Wright – O desaparecimento

“O desaparecimento”, um poema de Franz Wright que contempla a beleza efêmera do mundo sob o signo da perda, sugerindo que tudo é visto pela última vez e culminando em uma atitude de exaustão e resignação diante daquilo que nunca foi plenamente compreendido.
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Mary Oliver – Encontro

“Encontro”, um poema de Mary Oliver que aborda a morte de um pequeno animal com simplicidade e profundidade, refletindo sobre a efemeridade da vida, a indiferença da natureza e a inutilidade dos rituais diante do fim.
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Seamus Heaney – Limbo

“Limbo”, um poema de Seamus Heaney que retrata o infanticídio sob uma ótica brutal e simbólica, explorando culpa, religião e exclusão espiritual ao imaginar o destino da alma de um bebê não batizado lançado às águas.
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Franz Wright – Um só coração

“Um só amor”, um poema de Franz Wright que combina confissão e oração para expressar a fragilidade humana diante de um mundo caótico, encontrando, em breves instantes de lucidez e beleza, uma experiência de graça que transforma o sofrimento em súplica e gratidão.
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Seamus Heaney – Cavando

“Cavando”, um poema de Seamus Heaney que contrapõe o trabalho manual de seu pai e avô à sua própria vocação literária, transformando a escrita em continuidade simbólica da tradição familiar e afirmando a poesia como forma de “cavar” na memória e na identidade.
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Adam Zagajewski – Tadeusz Kantor

“Tadeusz Kantor”, um poema de Adam Zagajewski que revisita a figura do encenador polonês Tadeusz Kantor para refletir sobre o tempo, a morte e a memória, mostrando como a arte revela a degradação inevitável da vida e transforma a existência em uma sucessão de despedidas.