Tag: contemptus mundi
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Franz Wright – Um só coração

“Um só amor”, um poema de Franz Wright que combina confissão e oração para expressar a fragilidade humana diante de um mundo caótico, encontrando, em breves instantes de lucidez e beleza, uma experiência de graça que transforma o sofrimento em súplica e gratidão.
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Omar Khayyam – do Rubaiyat (LXI)

“Rubaiyat (LXI)”, um poema de Omar Khayyam que encara a morte com serenidade e até preferência, tratando a vida como algo imposto e transitório, a ser devolvido sem apego ou ilusão.
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Omar Khayyam – do Rubaiyat (XXXI)

“Rubaiyat (XXXI)”, um poema de Omar Khayyam que critica a vaidade do conhecimento humano diante da inevitabilidade da morte, lembrando que toda ambição intelectual é irrelevante perante a finitude do corpo e o destino comum da decomposição.
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Cecília Meireles – O Jardim

“O Jardim”, um poema de Cecília Meireles que descreve um jardim luminoso e vibrante, onde luz, insetos, pássaros e flores compõem uma harmonia natural delicada, interrompida apenas pela presença humana, que perturba a serenidade desse espaço idealizado da natureza.
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Mia Couto – Falta de Reza

“Falta de Reza”, um poema de Mia Couto que rejeita a ideia de um Deus vigilante e punitivo e propõe, com ironia e delicadeza, uma visão mais humana do divino — um Deus de amizade, riso e intimidade, talvez criado pela própria necessidade humana de sentido e afeto.
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José Saramago – Demissão

“Demissão”, um poema de José Saramago que expressa um profundo desencanto com a ordem moral do mundo, denunciando a hipocrisia e a submissão humanas em relações de poder que alternam entre o abuso dos fracos e a servilidade diante dos fortes.