Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Marie Howe – A promessa

“A Promessa”, um poema de Marie Howe sobre a linguagem interditada entre os mundos, o amor que persiste mesmo no silêncio, e os olhos que dizem o que a morte ainda não pode calar.
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David Ignatow – Resgatem os mortos

“Resgatem os Mortos”, um poema de David Ignatow em que amar é perder-se no invisível, viver é assinar o esquecimento e salvar os mortos talvez seja o único gesto livre que ainda nos resta.
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Tom Clark – De mudança

“De Mudança”, um poema de Tom Clark sobre o peso invisível dos anos, a memória que se entranha nas paredes e o rastro de vida que persiste além de quem parte.
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Roo Borson – Depois de uma morte

“Depois de uma Morte”, um poema de Roo Borson que transforma o vazio em objeto de repouso, onde a ausência respira como presença e o amor, inútil e eterno, encontra morada no silêncio.
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Jim Harrison – Vassoura

“Vassoura”, um poema de Jim Harrison em que o corpo e a morte se reconhecem no mesmo gesto, e varrer torna-se um rito de esvaziamento — um lento desnudamento do mundo até restar apenas o ar onde o nome dança invisível.
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Gregory Orr – [A dor virá até você]
![Gregory Orr – [A dor virá até você]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2025/07/chatgpt-image-24-de-jul.-de-2025-21_01_27.png)
“A Dor Virá até Você”, um poema de Gregory Orr sobre o peso inevitável do existir — um rio escuro que nos arrasta, onde nadar e cantar são apenas gestos frágeis contra o destino.
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Jack Gilbert – Ilhas e figos

Entre ilhas, figos e imagens concretas do mundo, o poema procura uma forma de alegria que não ignore dificuldade e perda. Jack Gilbert aproxima paisagem e experiência para mostrar como a vida insiste em oferecer intensidade.
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Jacob Sam-La Rose – Do lado de lá

“Do Lado de Lá”, um poema de Jacob Sam-La Rose em que a ausência fala por silêncios, os mortos atendem em sonhos e a linha que nos separa deles é apenas o eco interminável do que nunca foi dito.
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Czesław Miłosz – O jardim das delícias terrenas

“O Jardim das Delícias Terrenas”, um poema de Czesław Miłosz que sussurra o espanto de existir entre o paraíso e o abismo, onde a carne sonha ser espírito, o tempo apodrece em âmbar e o desejo, eterno e mortal, tenta decifrar o enigma de Deus.
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Richard Scott – versão de amor

“versão de amor”, um poema de Richard Scott que sussurra, entre vigílias e vertigens, que amar é guardar um corpo adormecido contra o sopro insuspeito do fim — e perguntar, no silêncio entre dois sonhos, se ainda há alma no que resta.