Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Bob Hicok – Experiência não mediada

“Experiência Não Mediada”, um poema de Bob Hicok que explora, com ternura e ironia, os limites entre presença e ausência, revelando o absurdo delicado das esperanças humanas diante do inevitável.
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Stanley Plumly – Jesus chorou

“Jesus Chorou”, um poema de Stanley Plumly que, partindo da mais breve das frases bíblicas, mergulha numa meditação íntima sobre a morte, a ausência e o estranho peso de continuar entre os vivos.
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Stanley Plumly – Lázaro ao amanhecer

“Lázaro ao Amanhecer”, um poema de Stanley Plumly que mergulha nas fronteiras entre a morte e o despertar, evocando com lirismo sombrio o silêncio, a ausência e o indizível que pairam no limiar da existência.
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Garous Abdolmalekian – Molde

“Molde”, um poema de Garous Abdolmalekian em que a delicadeza de um gesto cotidiano revela, em silêncio, uma fidelidade mais profunda do que qualquer patriotismo.
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Hayan Charara — Mais velho

“Mais velho”, um poema de Hayan Charara em que o tempo se desdobra em camadas sutis — da terra à infância, de um gato à lua — até alcançar, silenciosamente, a dor de uma ausência que persiste.
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Kathy Fagan – Minha mãe

“Minha Mãe”, um poema de Kathy Fagan que fala sobre as sutis e inesperadas formas de presença que persistem mesmo na ausência, deixando pistas delicadas de uma conexão que o tempo e a morte não desfazem.
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Ellen Bryant Voigt – Prática

“Prática”, um poema de Ellen Bryant Voigt que explora, com lirismo contido, os rituais silenciosos da dor e as formas como nos preparamos — consciente ou inconscientemente — para o inominável.
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Gösta Ågren – Alguns Poemas

“O Segredo da Morte”, um poema de Gösta Ågren que revela uma perspectiva surpreendente sobre a relação entre vida e morte.
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Wendy Cope – Nomes

“Nomes”, um poema de Wendy Cope em que o tempo dissolve e refaz a identidade, enquanto os nomes dados e recebidos traçam a silenciosa cartografia de uma vida.
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Robert Wrigley – Ser um lago

“Ser um lago”, um poema de Robert Wrigley em que a contemplação de algo aparentemente simples revela um anseio profundo e inesperado, entre transparência, solidão e o desejo de permanência.