Tag: Solidão
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Peter Davidson – Castelos de Setembro

“Castelos de Setembro”, um poema de Peter Davidson em que a chegada do outono evoca reflexões sobre a transitoriedade, a solidão e a memória, entrelaçando paisagens íntimas e culturais em um diálogo com o tempo e a poesia.
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Ansel Elkins – Autobiografia de Eva

“Autobiografia de Eva”, um poema de Ansel Elkins que, ao transitar entre o fogo e o eco, revela a história de uma mulher que, diante do desconhecido, encontra sua própria voz e se lança para além dos limites do que se espera.
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Sarah Lindsay – Origem

“Origem”, um poema de Sarah Lindsay sobre as delicadas interações da vida primordial e a tranquilidade de uma existência antes dos conflitos e das complicações, onde a beleza da simplicidade se encontra nas raízes da nossa própria história.
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Stephen Dunn – Depois de fazer amor

“Depois de Fazer Amor”, um poema de Stephen Dunn que explora as complexas emoções que emergem após um momento de intimidade, revelando a tensão entre o desejo de conexão e os fantasmas do passado que nos assombram.
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Joan Margarit – A combinação

Sozinha entre dois infernos— o da liberdade e o da idade —,já não consigo abrir nosso cofre.A porta com seus números giratóriosé a roleta em que já não aposto.Desde o primeiro suspiro conserveia blindada clarezadaquela rosa.Agora, nua em nosso quarto,a janela aberta e a luz apagada,ouço o rumor urbano da noite,enquanto a leve brisa me…
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Linda Pastan – Notícias da Turma

“Notícias da Turma”, um poema de Linda Pastan que explora a passagem do tempo e a evocação nostálgica dos colegas de turma que desaparecem ao longo dos anos, como uma avalanche silenciosa rumo ao desconhecido.
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Dorianne Laux – A Fada dos Dentes

“A Fada dos Dentes”, um poema de Dorianne Laux sobre a magia fugaz da infância e a realidade dolorosa da vida adulta.
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Franz Wright – Caminhada Noturna

“Caminhada Noturna”, um poema de Franz Wright sobre a busca solitária e desesperançada por conexão e renovação na imensidão silenciosa da noite.
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James Elroy Flecker – A um poeta daqui a mil anos

Eu, que há mil anos concluí meu percurso,E escrevi esta doce e arcaica canção,Por arautos te envio este discursoPor estradas que meus pés não trilharão. Não me importa se os mares tu transpões,Ou se galgas em segurança um céu mau,Se eriges exímias fortificaçõesFeitas de alvenaria ou de metal. Mas ainda tens canções e o hidromel,E…
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Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]
![Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/06/lucillecliftonbyrachelelizagriffithshires_1000xcopy.png)
“[entardecer e meu falecido ex-marido]”, um poema de Lucille Clifton sobre dúvidas que se entrelaçam em uma atmosfera carregada de mistério e emotividade.