Tag: Solidão
-
Tony Hoagland – O trabalho mais solitário do mundo

“O trabalho mais solitário do mundo”, um poema de Tony Hoagland que explora a tendência humana de transformar os afetos em cálculos e balanços imaginários.
-
Ada Limón – Drowning Creek

“Drowning Creek”, um poema de Ada Limón, transforma um breve encontro com um martim-pescador em uma profunda meditação sobre a alteridade. Entre a paisagem rural, a velocidade do cotidiano e a autonomia da vida selvagem, a poeta contempla uma forma de solidão que existe além da experiência humana e permanece irredutivelmente livre.
-
Rainer Maria Rilke – Hora Grave

Leia “Hora Grave”, de Rainer Maria Rilke: um poema sobre solidão, humanidade e a ligação invisível entre todas as vidas.
-
Walter de la Mare – Os que Ouviam

‘Tem alguém em casa?’ indagou o Viajante Defronte à porta enluarada; Seu cavalo no silêncio ruminava o capim Da forragem fértil e enfolhada: E uma ave voou para muito além da torre, Acima de sua cabeça: E de novo a porta ele outra vez castigou; ‘Tem alguém em casa?’ ele disse. Mas ninguém desceu para…
-
Jack Gilbert – Primavera

A primavera surge como experiência de liberdade e distância, enquanto o amor convive com a escolha de estar só. Jack Gilbert observa a estação sem idealizá-la, deixando que desejo, mudança e solidão ocupem o mesmo espaço.
-
Ana Martins Marques – de “Livro das Semelhanças”

Um poema de Ana Martins Marques que subverte as noções de pertencimento ao atribuir tudo àquilo que está ausente, construindo uma reflexão paradoxal sobre deslocamento, identidade e a solidão como condição do amor.
-
Luiza Mussnich – Imagem

“Imagem”, um poema de Luiza Mussnich que revela a impossibilidade de aprisionar o efêmero, onde a ausência pesa mais que a presença e a memória se dissolve na fragilidade das formas.
-
Rainer Maria Rilke – Solidão

“Solidão”, um poema de Rainer Maria Rilke que transforma o isolamento em chuva incessante, caindo sobre a cidade e infiltrando-se nas fissuras invisíveis das relações humanas.
-
Jack Gilbert – Envelhecer

Diante do envelhecimento, o eu do poema mede a solidão e a permanência do amor sem recorrer ao consolo fácil. A passagem do tempo transforma o corpo e a convivência, mas não elimina a intimidade construída pela memória.
