-
Carlos Nejar – José Mora

“José Mora”, um poema de Carlos Nejar que narra a travessia pela matéria da morte até o instante luminoso em que o ser emerge, face a face, com a aurora.
-
Konstantinos Kaváfis – Quanto possas

“Quanto Possas”, um poema de Konstantinos Kaváfis em que a alma busca preservar-se incólume no tumulto do mundo, como um santuário secreto resguardado da erosão das vozes e presenças alheias.
-
Goethe – Canção Noturna do Andarilho

“Canção Noturna do Andarilho”, um poema de Goethe que sussurra a serenidade suprema onde o silêncio da natureza antecipa o descanso final e definitivo.
-
Marie Howe – A promessa

“A Promessa”, um poema de Marie Howe sobre a linguagem interditada entre os mundos, o amor que persiste mesmo no silêncio, e os olhos que dizem o que a morte ainda não pode calar.
-
Georg Trakl – De Profundis

“De Profundis”, um poema de Georg Trakl que mergulha na paisagem da ruína e do silêncio divino, onde a matéria apodrece enquanto lampejos de transcendência ainda cintilam na escuridão.
-
David Ignatow – Resgatem os mortos

“Resgatem os Mortos”, um poema de David Ignatow em que amar é perder-se no invisível, viver é assinar o esquecimento e salvar os mortos talvez seja o único gesto livre que ainda nos resta.
-
Jorge Luis Borges – Pátio

“Pátio”, um poema de Jorge Luis Borges que transforma o espaço doméstico em limiar metafísico onde o céu, Deus e a eternidade silenciosamente se encontram.
-
Tom Clark – De mudança

“De Mudança”, um poema de Tom Clark sobre o peso invisível dos anos, a memória que se entranha nas paredes e o rastro de vida que persiste além de quem parte.
-
Ivan Junqueira – O aeroplano

“O aeroplano”, um poema de Ivan Junqueira que transforma a lembrança da infância em voo breve, perdido para sempre no horizonte do tempo.
-
Roo Borson – Depois de uma morte

“Depois de uma Morte”, um poema de Roo Borson que transforma o vazio em objeto de repouso, onde a ausência respira como presença e o amor, inútil e eterno, encontra morada no silêncio.