Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Hayan Charara — Mais velho

“Mais velho”, um poema de Hayan Charara em que o tempo se desdobra em camadas sutis — da terra à infância, de um gato à lua — até alcançar, silenciosamente, a dor de uma ausência que persiste.
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Kathy Fagan – Minha mãe

“Minha Mãe”, um poema de Kathy Fagan que fala sobre as sutis e inesperadas formas de presença que persistem mesmo na ausência, deixando pistas delicadas de uma conexão que o tempo e a morte não desfazem.
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Ellen Bryant Voigt – Prática

“Prática”, um poema de Ellen Bryant Voigt que explora, com lirismo contido, os rituais silenciosos da dor e as formas como nos preparamos — consciente ou inconscientemente — para o inominável.
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Gösta Ågren – Alguns Poemas

“O Segredo da Morte”, um poema de Gösta Ågren que revela uma perspectiva surpreendente sobre a relação entre vida e morte.
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Wendy Cope – Nomes

“Nomes”, um poema de Wendy Cope em que o tempo dissolve e refaz a identidade, enquanto os nomes dados e recebidos traçam a silenciosa cartografia de uma vida.
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Robert Frost – A estrada não trilhada

Num bosque, em pleno outono, a estrada bifurcou-se,mas, sendo um só, só um caminho eu tomaria.Assim, por longo tempo eu ali me detive,e um deles observei até um longe decliveno qual, dobrando, desaparecia… Porém tomei o outro, igualmente viável,e tendo mesmo um atrativo especial,pois mais ramos possuía e talvez mais capim,embora, quanto a isso, o…
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Robert Wrigley – Ser um lago

“Ser um lago”, um poema de Robert Wrigley em que a contemplação de algo aparentemente simples revela um anseio profundo e inesperado, entre transparência, solidão e o desejo de permanência.
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Shari Wagner – A mulher do fazendeiro muda de canal

“A Mulher do Fazendeiro Muda de Canal”, um poema de Shari Wagner que contrapõe a simplicidade de uma fé vivida na natureza à artificialidade de um discurso televisivo, revelando, com ironia sutil, a diferença entre autenticidade e engano.
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Jo Balmer – Fazer com que nada aconteça

“Nada acontecerá”, um poema de Jo Balmer em que a poesia confronta a brutalidade da guerra, desarmando a vingança com a beleza e deixando no ar a questão de seu verdadeiro poder.
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Natalie Shapero – Primeiro de dezembro

“Primeiro de Dezembro”, um poema de Natalie Shapero em que a súplica ao divino se confunde com a denúncia do absurdo, onde a liturgia encontra o software e a morte é repartida como mercadoria rara.