Tag: vanitas
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Tony Hoagland – O trabalho mais solitário do mundo

“O trabalho mais solitário do mundo”, um poema de Tony Hoagland que explora a tendência humana de transformar os afetos em cálculos e balanços imaginários.
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Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]
![Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2026/07/ChatGPT-Image-22-de-mai.-de-2026-22_18_55.png)
“[toda saudade é particular]”, um poema de Laura Liuzzi que parte da experiência íntima da saudade para investigar o destino de tudo aquilo que desaparece.
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Gjertrud Schnackenberg – 1. Tirando o pó

“1. Tirando o pó”, um poema de Gjertrud Schnackenberg que transforma gestos domésticos cotidianos em meditação sobre memória, matéria e permanência.
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Nick Flynn – OOOO

“OOOO”, um poema de Nick Flynn que articula, com ironia e inquietação, a ideia do infinito como experiência tanto abstrata quanto íntima.
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Jack Gilbert – Os hotéis perdidos de Paris

A lembrança de hotéis parisienses acompanha um amor que persiste na memória, embora lugares, corpos e anos desapareçam. O poema contrapõe a intensidade do vivido à certeza da perda, sem reduzir essa experiência à nostalgia.
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Suji Kwock Kim – Ocupação

“Ocupação”, um poema de Suji Kwock Kim que constrói, por meio de imagens brutais e arquitetura simbólica, uma alegoria da violência institucionalizada e da transformação da morte em estrutura.
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Rolf Jacobsen – A Velhice

“A Velhice”, um poema de Rolf Jacobsen que contempla, com delicadeza e estranhamento, a condição dos idosos como figuras em trânsito entre presença e apagamento. Por meio de imagens silenciosas e comparações inesperadas, o poema sugere um lento afastamento do mundo visível, no qual a identidade se rarefaz e se transforma, insinuando uma passagem quase…
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Stephen Dunn – Checklist

“Checklist”, um poema de Stephen Dunn que examina, em tom crítico e imagética incisiva, as múltiplas formas pelas quais o trabalho se infiltra no corpo e na mente, moldando hábitos, afetos e vazios.

