Tag: vanitas
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Philip Larkin – Os Velhos Tolos

“Os Velhos Tolos”, um poema de Philip Larkin que confronta de forma crua o envelhecimento, explorando a deterioração da memória e da identidade, ao mesmo tempo em que reflete sobre a proximidade da morte e o enigma da consciência diante do próprio fim.
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Hans Magnus Enzensberger – Hábitos

“Hábitos”, um poema de Hans Magnus Enzensberger que contrapõe a grandeza intelectual à banalidade das ações cotidianas, ressaltando a repetição e a simplicidade da vida comum como mais constantes e fundamentais do que as obras extraordinárias.
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Ferreira Gullar – Redundâncias

“Redundâncias”, um poema de Ferreira Gullar que reflete de forma filosófica sobre a morte, sugerindo que o medo e o apego ao mundo pertencem apenas aos vivos e que a própria ideia de morte existe somente enquanto há consciência para concebê-la.
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Ferreira Gullar – A Alegria

“A Alegria”, um poema de Ferreira Gullar que confronta a ideia de que o sofrimento possui valor redentor, comparando a dor humana à dor animal para afirmar a igualdade biológica da existência e questionar as ilusões morais que tentam conferir sentido à dor.
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Cassiano Ricardo – Morrer não será dormir

“Morrer não será dormir”, um poema de Cassiano Ricardo que reflete filosoficamente sobre a morte como estado de absoluta indiferença, sugerindo que morrer não é repouso, mas a perda de toda distinção moral e sensível diante do mundo.
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Carlos Drummond de Andrade – Coisa Miserável

Coisa miserável,suspiro de angústiaenchendo o espaço,vontade de chorar,coisa miserável,miserável. Senhor, piedade de mim,olhos misericordiosospousando nos meus,braços divinoscingindo meu peito,coisa miserávelno pó sem consolo,consolai-me. Mas de nada velegemer ou chorar,de nada valeerguer as mãos e olhospara um céu tão longe,para um Deus tão longeou, quem sabe? para um céu vazio. É melhor sorrir(sorrir gravemente)e ficar caladoe…
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Arthur Schopenhauer – Bolhas de Sabão (excerto)

O homem só vive no presente, que se converte no passado, e afunda-se na morte. Exceto as consequências que podem influir no presente, e que são filhas de sua vontade, ou de seus atos, a sua vida passada já não existe. Devia portanto ser-lhe indiferente que esse passado fosse de prazeres ou tristezas. O presente…
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Janus Vitalis – Sobre Roma

Recém-chegado que, buscando Roma em Roma,não encontras, em Roma, Roma alguma,olha ao redor, muro e mais muro, pedras rotas,ruínas, que assustam, de um teatro imenso:é Roma isto que vês – cidade tão soberba,que ainda exala ameaças seu cadáver.Vencido o mundo, quis vencer-se e, se vencendo,para que nada mais seguisse invicto,jaz, na vencida Roma, Roma, a…
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Louise Bogan – Canção

“Canção”, um poema de Louise Bogan em que a voz poética suplica por um amor que encare sua dor e imperfeição.
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Samuel Yellen – Como em uma marca d’água

“Como em uma Marca D’água”, um poema de Samuel Yellen sobre a arqueologia do cotidiano, onde camadas do tempo revelam e ocultam fragmentos de vidas passadas, como hieróglifos sob a superfície do presente.