Tag: vanitas
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Franz Wright – O desaparecimento

“O desaparecimento”, um poema de Franz Wright que contempla a beleza efêmera do mundo sob o signo da perda, sugerindo que tudo é visto pela última vez e culminando em uma atitude de exaustão e resignação diante daquilo que nunca foi plenamente compreendido.
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Mary Oliver – Encontro

“Encontro”, um poema de Mary Oliver que aborda a morte de um pequeno animal com simplicidade e profundidade, refletindo sobre a efemeridade da vida, a indiferença da natureza e a inutilidade dos rituais diante do fim.
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Wislawa Szymborska – A Vida na Hora

“A Vida na Hora”, um poema de Wisława Szymborska que imagina a existência humana como uma estreia teatral sem ensaio nem bastidores.
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Wislawa Szymborska – Escrevendo um Currículo

“Escrevendo um Currículo”, um poema de Wisława Szymborska que examina, com ironia afiada e aparente simplicidade, os mecanismos pelos quais a experiência humana é reduzida a informação útil e verificável.
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Paulo Henriques Britto – Oficina

“Oficina”, um poema de Paulo Henriques Britto que investiga o fazer poético como trabalho deliberado e imperfeito, refletindo sobre os limites da linguagem, a interferência do acaso e a tensão entre intenção e resultado na criação literária.
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XXIII)

“Rubaiyat (XXIII)”, um poema de Omar Khayyam que reduz a grandeza do mundo, da ciência e da existência humana à insignificância, culminando numa visão radical de vazio e inutilidade do conhecimento diante do infinito.
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Jorge Luis Borges – A um Poeta Menor da Antologia

“A um poeta menor da antologia”, um poema de Jorge Luis Borges que contrapõe anonimato e glória, sugerindo que o esquecimento pode ser uma forma de misericórdia, ao preservar o indivíduo da exposição implacável da fama e valorizando a experiência íntima acima da imortalidade pública.
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Paulo Mendes Campos – O Amor Acaba

“O Amor Acaba”, uma crônica de Paulo Mendes Campos que enumera, em fluxo contínuo e imagético, as múltiplas formas e momentos em que o amor se desfaz, revelando sua natureza transitória e reiterando que seu fim é tão inevitável quanto seu recomeço.
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Paulo Henriques Britto – da série “Caderno”

O poema X da série “Caderno”, de Paulo Henriques Britto que explora a repetição do fracasso como experiência formadora, mostrando como a insistência transforma o erro em condição permanente e converte a própria queda em espetáculo.
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Omar Khayyam – do Rubaiyat (XXXI)

“Rubaiyat (XXXI)”, um poema de Omar Khayyam que critica a vaidade do conhecimento humano diante da inevitabilidade da morte, lembrando que toda ambição intelectual é irrelevante perante a finitude do corpo e o destino comum da decomposição.