Tag: Solidão
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Dorianne Laux – A Fada dos Dentes

“A Fada dos Dentes”, um poema de Dorianne Laux sobre a magia fugaz da infância e a realidade dolorosa da vida adulta.
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Franz Wright – Caminhada Noturna

“Caminhada Noturna”, um poema de Franz Wright sobre a busca solitária e desesperançada por conexão e renovação na imensidão silenciosa da noite.
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James Elroy Flecker – A um poeta daqui a mil anos

Eu, que há mil anos concluí meu percurso,E escrevi esta doce e arcaica canção,Por arautos te envio este discursoPor estradas que meus pés não trilharão. Não me importa se os mares tu transpões,Ou se galgas em segurança um céu mau,Se eriges exímias fortificaçõesFeitas de alvenaria ou de metal. Mas ainda tens canções e o hidromel,E…
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Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]
![Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/06/lucillecliftonbyrachelelizagriffithshires_1000xcopy.png)
“[entardecer e meu falecido ex-marido]”, um poema de Lucille Clifton sobre dúvidas que se entrelaçam em uma atmosfera carregada de mistério e emotividade.
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Juan Vicente Piqueras – Oração do descrente

O importante é rezar, não importa a quem,que as perguntas sejam as oraçõesdo pensamento, plantem sua sementeem nossa solidão, e não haja pazque, à força de insistir, seja capazde não existir, não tenha outro remédiosenão acudir à voz de quem a chama. Que deus não exista, acasoé razão para nele não crer? Deus é o…
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William Carlos Williams – Nevasca

Neve:anos de fúria seguindohoras que flutuam indolentes —a nevascadeposita seu fardocada vez mais fundo por três diasou sessenta anos, não? Entãoo sol! um tumulto deflocos amarelos e azuis —Árvores de aparência hirsuta destacam-seem longas alamedassobre uma selvagem solidão.O homem se vira e lá —seu solitário rastro estendendo-sesobre o mundo. Trad.: Nelson Santander REPUBLICAÇÃO: poema originalmente…
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Nuno Júdice – Epidemia

Passa de um para o outro através do olhar, de uma palavra,de um toque de mãos; por vezes, basta um leve suspiropara adivinhar a febre, e atrás dele descobre-se quenão é preciso cura nem tratamento. Instala-se na cabeça,no corpo, na boca, nos dedos, sem dor nem cansaço,apenas aquela ânsia a que se dá o nome…
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Yehuda Amichai – Como a marca de nossos corpos

“Como a marca de nossos corpos”, um poema de Yehuda Amichai sobre a efemeridade das nossas presenças e as marcas deixadas pela passagem do tempo.
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Dorianne Laux – Antilamentação

“Antilamentação”, um poema de Dorianne Laux: não se arrependa de nada.
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James Wright – Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960

“Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960”, um poema de James Wright em que o eu lírico, atravessando paisagens desoladas e congeladas, reflete sobre perda, solidão e as cicatrizes de um país marcado por memórias enterradas e vazios irreparáveis.