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Jorge Luis Borges – Bloomsday

“Bloomsday”, um poema de Jorge Luis Borges que condensa toda a experiência do tempo humano em um único dia, articulando passado, presente e eternidade em uma visão em que a história universal se revela como parte da vivência individual.
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Michael Van Walleghen – Felicidade

“Felicidade”, um poema de Michael Van Walleghen que contempla o milagre sujo da alegria — essa centelha que insiste em arder mesmo na lama.
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Hans Magnus Enzensberger – Hábitos

“Hábitos”, um poema de Hans Magnus Enzensberger que contrapõe a grandeza intelectual à banalidade das ações cotidianas, ressaltando a repetição e a simplicidade da vida comum como mais constantes e fundamentais do que as obras extraordinárias.
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Jorge Luis Borges – O Mar

“O Mar”, um poema de Jorge Luis Borges que investiga o caráter eterno e enigmático do mar, associando-o ao mistério da própria existência e à busca pela identidade, sugerindo que tanto o mundo quanto o eu permanecem indecifráveis até o limite da morte.
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Don Marquis – a lição da mariposa

“a lição da mariposa”, um poema de Don Marquis em que a busca pela beleza revela o preço da consciência e o fulgor trágico de existir.
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William Butler Yeats – “No Second Troy” em duas traduções (+ revisão do poema)

“No Second Troy”, um poema de William Butler Yeats que reflete sobre uma figura feminina de beleza intensa e perturbadora, associando-a a forças de destruição e paixão, e sugerindo que sua natureza extraordinária não poderia senão gerar conflito em um mundo incapaz de contê-la.
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Tony Hoagland – A ligação

“A Ligação”, um poema de Tony Hoagland que fala da distância entre o que herdamos e o que perdoamos — onde um filho tenta alcançar, através de um fio de voz, o pai que ainda vive dentro dele como um eco antigo.
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Ferreira Gullar – Os Mortos

“Os mortos”, um poema de Ferreira Gullar que sugere que os mortos continuam a existir através da memória e da experiência dos vivos, vendo, ouvindo e até rindo por meio daqueles que permanecem no mundo.
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George Drew – Abençoado

“Abençoado”, um poema de George Drew sobre a serenidade diante do abismo — o instante em que a morte se confunde com a graça e o corpo, prestes a cessar, parece ascender em silêncio para o sol.
