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Yehuda Amichai – Tudo isso compõe um ritmo de dança

“Tudo isso compõe um ritmo de dança”, um poema de Yehuda Amichai em que o tempo rompe seus próprios compassos e faz da vida — com seus encontros interrompidos, amores que atravessam estações e memórias que nos tocam desde a morte — uma coreografia invisível, cuja música ninguém sabe quem inicia nem quem sustém.
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Louise Glück – As migrações noturnas

“As migrações noturnas”, um poema de Louise Glück que contempla o instante em que a vida ainda pulsa no que se move e no que brilha, mesmo enquanto pressente o silêncio a que tudo regressa — um sussurro entre o ser e o não ser.
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Ana Martins Marques – de “Livro das Semelhanças”

Um poema de Ana Martins Marques que subverte as noções de pertencimento ao atribuir tudo àquilo que está ausente, construindo uma reflexão paradoxal sobre deslocamento, identidade e a solidão como condição do amor.
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Alice Walker – “Boa noite, Willie Lee, nos vemos pela manhã”

“Boa noite, Willie Lee, nos vemos pela manhã”, um poema de Alice Walker em que o perdão vence o tempo — e, entre o silêncio da morte e a ternura da manhã, a alma aprende a voltar.
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Eugénio de Andrade – O Sorriso

“O Sorriso”, um poema de Eugénio de Andrade que celebra o desejo e a atração através da imagem luminosa de um sorriso, transformando-o em espaço de entrega, fascínio e dissolução do eu.
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Bob Hicok – A última meditação de Rothko

“A Última Meditação de Rothko”, um poema de Bob Hicok que transforma o gesto da morte em um mergulho na própria cor — onde o corpo se desfaz, e o pensamento, dissolvido na luz, reencontra o silêncio de onde veio.
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Philip Larkin – Os Velhos Tolos

“Os Velhos Tolos”, um poema de Philip Larkin que confronta de forma crua o envelhecimento, explorando a deterioração da memória e da identidade, ao mesmo tempo em que reflete sobre a proximidade da morte e o enigma da consciência diante do próprio fim.
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Katie Ford – Carpa

“Carpa”, um poema de Katie Ford em que o humano, após atravessar toda a história e a luz do mundo, descobre que conhecer o outro é como mirar nas águas — e ver, no reflexo das carpas, apenas a própria alma em movimento.
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Katie Ford – Coliseu

“Coliseu”, um poema de Katie Ford sobre a ruína que respira — onde o corpo, a história e a consciência lutam até que o silêncio, enfim, os consuma.
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Katie Ford – A forma do que somos

“A Forma do que Somos”, um poema de Katie Ford que desce às profundezas da luz, onde o corpo e o vazio têm o mesmo contorno.