Categoria: Poesia em Língua Espanhola
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Federico García Lorca – 1910 (Intermezzo)

“1910 (Intermezzo)”, um poema de Federico García Lorca que revisita o olhar inaugural da infância para revelar, entre imagens oníricas e presságios, o vazio oculto no curso inevitável das coisas.
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Pedro Salinas – Não quero que te vás

Leia “Não quero que te vás”, de Pedro Salinas, um poema em que a dor se torna a prova permanente da memória, do amor e da verdade da experiência vivida.
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Octavio Paz – Irmandade

Leia “Irmandade”, de Octavio Paz, um poema breve e filosófico que aproxima o ser humano do universo por meio da linguagem e do mistério da existência.
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Nicanor Parra – Cartas a uma Desconhecida

Leia “Cartas a uma Desconhecida”, de Nicanor Parra, um poema sobre o amor, a memória e a passagem do tempo, marcado por delicada melancolia.
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Jorge Luis Borges – A um Poeta Menor da Antologia

“A um poeta menor da antologia”, um poema de Jorge Luis Borges que contrapõe anonimato e glória, sugerindo que o esquecimento pode ser uma forma de misericórdia, ao preservar o indivíduo da exposição implacável da fama e valorizando a experiência íntima acima da imortalidade pública.
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Jorge Luis Borges – Ewigkeit

“Ewigkeit”, um poema de Jorge Luis Borges que dialoga com a tradição do memento mori para, em contraste, negar o esquecimento absoluto e afirmar que a experiência vivida — a memória do mundo — persiste na eternidade.
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Jorge Luis Borges – Bloomsday

“Bloomsday”, um poema de Jorge Luis Borges que condensa toda a experiência do tempo humano em um único dia, articulando passado, presente e eternidade em uma visão em que a história universal se revela como parte da vivência individual.
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Jorge Luis Borges – O Mar

“O Mar”, um poema de Jorge Luis Borges que investiga o caráter eterno e enigmático do mar, associando-o ao mistério da própria existência e à busca pela identidade, sugerindo que tanto o mundo quanto o eu permanecem indecifráveis até o limite da morte.
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Sebastián López-Bermejo – Kursk, 1943

“Kursk, 1943”, um poema de Sebastián López-Bermejo em que a batalha entre o passado e o presente se desenha nas trincheiras da memória, onde o tempo se dissolve e a fronteira entre vitória e derrota se torna indefinida.
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Jaime Gil de Biedma – Recorda

“Recorda”, um poema de Jaime Gil de Biedma que mergulha na memória para refletir sobre a passagem irreversível do tempo, evocando a sensação de ser arrastado por um redemoinho de lembranças que conduz o passado para uma profundidade definitiva.