Categoria: Poesia em Língua Espanhola
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Jorge Luis Borges – Bloomsday

“Bloomsday”, um poema de Jorge Luis Borges que condensa toda a experiência do tempo humano em um único dia, articulando passado, presente e eternidade em uma visão em que a história universal se revela como parte da vivência individual.
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Jorge Luis Borges – O Mar

“O Mar”, um poema de Jorge Luis Borges que investiga o caráter eterno e enigmático do mar, associando-o ao mistério da própria existência e à busca pela identidade, sugerindo que tanto o mundo quanto o eu permanecem indecifráveis até o limite da morte.
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Sebastián López-Bermejo – Kursk, 1943

“Kursk, 1943”, um poema de Sebastián López-Bermejo em que a batalha entre o passado e o presente se desenha nas trincheiras da memória, onde o tempo se dissolve e a fronteira entre vitória e derrota se torna indefinida.
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Jaime Gil de Biedma – Recorda

“Recorda”, um poema de Jaime Gil de Biedma que mergulha na memória para refletir sobre a passagem irreversível do tempo, evocando a sensação de ser arrastado por um redemoinho de lembranças que conduz o passado para uma profundidade definitiva.
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Jorge Luis Borges – Poema dos Dons

“Poema dos Dons”, um poema de Jorge Luis Borges que converte a cegueira em paradoxo luminoso e faz da biblioteca infinita um labirinto onde destino e identidade se confundem.
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Jorge Luis Borges – Arte Poética

“Arte Poética”, um poema de Jorge Luis Borges que vê na poesia o espelho do tempo — rio incessante onde identidade, sonho e eternidade se refletem e se perdem.
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Rogelio Echavarría – A felicidade

“A Felicidade”, um poema de Rogelio Echavarría em que a vastidão do universo e a indiferença alheia contrastam com uma devoção singular e inabalável.
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Jorge Luis Borges – Pátio

“Pátio”, um poema de Jorge Luis Borges que transforma o espaço doméstico em limiar metafísico onde o céu, Deus e a eternidade silenciosamente se encontram.
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Miguel Arteche – Eu sei que nesta lâmpada apareces

“Eu sei que nesta lâmpada apareces”, um poema de Miguel Arteche que evoca a persistência do ausente nas frestas da matéria — um murmúrio entre a cinza e a tinta, onde o tempo se curva e o morto continua a escrever-se na solidão das coisas.
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Luis Alberto de Cuenca – O Retorno de Guilherme de Aquitania

“O Retorno de Guilherme de Aquitânia”, um poema de Luis Alberto de Cuenca que percorre os contornos do nada para revelar, no eco do silêncio, a essência invisível do poema.