Categoria: Poesia em Língua Espanhola
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Jorge Luis Borges – Poema dos Dons

“Poema dos Dons”, um poema de Jorge Luis Borges que converte a cegueira em paradoxo luminoso e faz da biblioteca infinita um labirinto onde destino e identidade se confundem.
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Jorge Luis Borges – Arte Poética

“Arte Poética”, um poema de Jorge Luis Borges que vê na poesia o espelho do tempo — rio incessante onde identidade, sonho e eternidade se refletem e se perdem.
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Rogelio Echavarría – A felicidade

“A Felicidade”, um poema de Rogelio Echavarría em que a vastidão do universo e a indiferença alheia contrastam com uma devoção singular e inabalável.
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Jorge Luis Borges – Pátio

“Pátio”, um poema de Jorge Luis Borges que transforma o espaço doméstico em limiar metafísico onde o céu, Deus e a eternidade silenciosamente se encontram.
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Miguel Arteche – Eu sei que nesta lâmpada apareces

“Eu sei que nesta lâmpada apareces”, um poema de Miguel Arteche que evoca a persistência do ausente nas frestas da matéria — um murmúrio entre a cinza e a tinta, onde o tempo se curva e o morto continua a escrever-se na solidão das coisas.
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Luis Alberto de Cuenca – O Retorno de Guilherme de Aquitania

“O Retorno de Guilherme de Aquitânia”, um poema de Luis Alberto de Cuenca que percorre os contornos do nada para revelar, no eco do silêncio, a essência invisível do poema.
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Jorge Luis Borges – Everness

Só uma coisa há. É o esquecimento.Deus, que salva o metal, salva a escóriaE cifra na sua profética memóriaas luas que serão e que hão sido. Já tudo está. Os mil reflexos,Que entre os dois crepúsculos do diaTeu rosto foi deixando nos espelhose os que irá deixando ainda. E tudo é uma parte do diversoCristal…
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Jorge Luis Borges – Cosmogonia

Nem treva nem caos. A trevaRequer olhos que vêem, como o som.E o silêncio requer o ouvido,O espelho, a forma que o povoa.Nem o espaço nem o tempo. Nem sequerUma divindade que premeditaO silêncio anterior à primeiraNoite do tempo, que será infinita.O grande rio de Heráclito o EscuroSeu irrevogável curso não há empreendido,Que do passado…
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Jorge Luis Borges – O Suicida

Não ficará na noite uma estrela.Não ficará a noite.Morrerei e comigo a sumaDo intolerável universo.Apagarei as pirâmides, as medalhas,Os continentes e as caras.Apagarei a acumulação do passado. Farei pó a história, pó o pó.Estou olhando o último poente.Ouço o último pássaro.Lego o nada a ninguém. Trad.: Antonio Cícero REPUBLICAÇÃO: poema originalmente publicado na página em 24/02/2016
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Marisa Martinez Pérsico – Curriculum Vitae Resumido

“Curriculum vitae reduzido”, um poema de Marisa Martinez Pérsico que explora as perguntas rotineiras e as respostas que moldamos ao longo da vida, até revelar o mistério essencial que realmente desnuda a alma.