Mês: julho 2026
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Wislawa Szymborska – Entre Muitos

Leia “Entre Muitos”, de Wislawa Szymborska: um poema sobre acaso, identidade e o espanto de existir entre infinitas possibilidades.
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Rolf Jacobsen – A Velhice

“A Velhice”, um poema de Rolf Jacobsen que contempla, com delicadeza e estranhamento, a condição dos idosos como figuras em trânsito entre presença e apagamento. Por meio de imagens silenciosas e comparações inesperadas, o poema sugere um lento afastamento do mundo visível, no qual a identidade se rarefaz e se transforma, insinuando uma passagem quase…
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Wislawa Szymborska – Fim e Começo

Leia “Fim e Começo”, de Wislawa Szymborska: um poema sobre guerra, reconstrução, memória e o lento trabalho de recomeçar.
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Stephen Dunn – Checklist

“Checklist”, um poema de Stephen Dunn que examina, em tom crítico e imagética incisiva, as múltiplas formas pelas quais o trabalho se infiltra no corpo e na mente, moldando hábitos, afetos e vazios.
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Stephen Dunn – Bank Street

“Bank Street”, um poema de Stephen Dunn que retrata o início de uma vida a dois marcada por precariedade material e intensidade emocional, explorando a paixão, os conflitos e o processo de descoberta que antecede a estabilidade.
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Paulo Henriques Britto – de “Cinco Sonetos Frívolos”

Leia o poema V, de Cinco sonetos frívolos, de Paulo Henriques Britto: um poema sobre desgaste, separação e a lenta dissolução dos afetos.
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Franz Wright – O desaparecimento

“O desaparecimento”, um poema de Franz Wright que contempla a beleza efêmera do mundo sob o signo da perda, sugerindo que tudo é visto pela última vez e culminando em uma atitude de exaustão e resignação diante daquilo que nunca foi plenamente compreendido.
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Paulo Henriques Britto – De “Cinco Sonetos Frívolos”

O poema IV, de “Cinco sonetos frívolos”, de Paulo Henriques Britto: um poema sobre realidade, ilusão e a serenidade diante do engano.
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Mary Oliver – Encontro

“Encontro”, um poema de Mary Oliver que aborda a morte de um pequeno animal com simplicidade e profundidade, refletindo sobre a efemeridade da vida, a indiferença da natureza e a inutilidade dos rituais diante do fim.
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Wislawa Szymborska – A Vida na Hora

“A Vida na Hora”, um poema de Wisława Szymborska que imagina a existência humana como uma estreia teatral sem ensaio nem bastidores.