Mês: abril 2026
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Jorge Wanderley – Acerto de Contas

“Acerto de contas”, um poema de Jorge Wanderley que examina o ciclo de violência entre gerações na educação familiar, refletindo sobre culpa, mudança moral e a difícil posição da geração intermediária que apanhou dos mais velhos e repetiu os mesmos erros com os mais jovens.
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Heidi Priebe – Enquanto houver amor, haverá dor

“Enquanto houver amor, haverá dor”, um poema de Heidi Priebe em que a ausência se revela como a face secreta do afeto, e o luto se transforma em testemunho vivo de que o amor nunca cessa, apenas muda de forma.
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Cassiano Ricardo – Morrer não será dormir

“Morrer não será dormir”, um poema de Cassiano Ricardo que reflete filosoficamente sobre a morte como estado de absoluta indiferença, sugerindo que morrer não é repouso, mas a perda de toda distinção moral e sensível diante do mundo.
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Rocco Scotellaro – Agora que te perdi

“Agora que te perdi”, um poema de Rocco Scotellaro que transforma a ausência em vestígio, a memória em sede insaciável e o amor em pedra preciosa jamais encontrada no fundo das coisas.
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Cecília Meireles – O Jardim

“O Jardim”, um poema de Cecília Meireles que descreve um jardim luminoso e vibrante, onde luz, insetos, pássaros e flores compõem uma harmonia natural delicada, interrompida apenas pela presença humana, que perturba a serenidade desse espaço idealizado da natureza.
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Sharon Olds – A menina

“A Menina”, um poema de Sharon Olds que rasga o véu da inocência, expõe o horror em sua nudez mais crua e, ainda assim, interroga o mistério da sobrevivência como uma chama que insiste em arder no escuro.
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Sophia de Mello Breyner Andresen – Eu me Perdi

“Eu me Perdi”, um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen que contrapõe a sordidez moral do mundo humano à pureza da natureza, encontrando no vento, na terra e sobretudo no mar uma forma de redenção e reencontro consigo mesma.
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Luiza Mussnich – Imagem

“Imagem”, um poema de Luiza Mussnich que revela a impossibilidade de aprisionar o efêmero, onde a ausência pesa mais que a presença e a memória se dissolve na fragilidade das formas.
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Mia Couto – Falta de Reza

“Falta de Reza”, um poema de Mia Couto que rejeita a ideia de um Deus vigilante e punitivo e propõe, com ironia e delicadeza, uma visão mais humana do divino — um Deus de amizade, riso e intimidade, talvez criado pela própria necessidade humana de sentido e afeto.
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Felipe Fleury – Ressonâncias

“Ressonâncias”, um poema de Felipe Fleury onde o ruído do mundo se dissolve em camadas invisíveis, para revelar que o verdadeiro silêncio pulsa nas distâncias cósmicas, na memória da infância e no coração de quem ainda nos escuta de longe.