Tag: Tempus Fugit
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Ferreira Gullar – A Propósito do Nada

“A propósito de Nada”, um poema de Ferreira Gullar que investiga a natureza da identidade e da existência, contrapondo a percepção do outro à autoconsciência e refletindo sobre o apagamento do ser diante da morte e do esquecimento.
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Paulo Mendes Campos – O Amor Acaba

“O Amor Acaba”, uma crônica de Paulo Mendes Campos que enumera, em fluxo contínuo e imagético, as múltiplas formas e momentos em que o amor se desfaz, revelando sua natureza transitória e reiterando que seu fim é tão inevitável quanto seu recomeço.
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Paulo Henriques Britto – de “Uma Doença”

O poema III da série “Uma Doença” utiliza o corpo como metáfora para a condição humana, apresentando toda forma de existência como provisória e arbitrária, e apontando a morte como o único estado definitivo.
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XVII)

“Rubaiyat (XVII)”, um poema estoico de Omar Khayyam que valoriza o presente ao comparar o fluxo dos dias ao rio e ao vento, sugerindo a indiferença em relação ao passado e ao futuro diante da fugacidade do tempo.
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Yehuda Amichai – Tudo isso compõe um ritmo de dança

“Tudo isso compõe um ritmo de dança”, um poema de Yehuda Amichai em que o tempo rompe seus próprios compassos e faz da vida — com seus encontros interrompidos, amores que atravessam estações e memórias que nos tocam desde a morte — uma coreografia invisível, cuja música ninguém sabe quem inicia nem quem sustém.
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Philip Larkin – Os Velhos Tolos

“Os Velhos Tolos”, um poema de Philip Larkin que confronta de forma crua o envelhecimento, explorando a deterioração da memória e da identidade, ao mesmo tempo em que reflete sobre a proximidade da morte e o enigma da consciência diante do próprio fim.
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Jorge Luis Borges – Bloomsday

“Bloomsday”, um poema de Jorge Luis Borges que condensa toda a experiência do tempo humano em um único dia, articulando passado, presente e eternidade em uma visão em que a história universal se revela como parte da vivência individual.
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Hans Magnus Enzensberger – Hábitos

“Hábitos”, um poema de Hans Magnus Enzensberger que contrapõe a grandeza intelectual à banalidade das ações cotidianas, ressaltando a repetição e a simplicidade da vida comum como mais constantes e fundamentais do que as obras extraordinárias.
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Antonio Cicero – Cidade

“Cidade”, um poema de Antonio Cicero que revisita a cidade sonhada da juventude como metáfora do futuro imaginado, refletindo sobre memória, expectativa e a forma como o tempo transforma e obscurece aquilo que um dia parecia promessa absoluta.
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Jules Laforgue – Spleen

“Spleen”, um poema de Jules Laforgue que retrata o tédio existencial e a monotonia urbana por meio de um dia cinzento e repetitivo, transformando a rotina banal em expressão de melancolia moderna e desencanto com a vida.