Tag: Alfredo Braga
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XXIII)

“Rubaiyat (XXIII)”, um poema de Omar Khayyam que reduz a grandeza do mundo, da ciência e da existência humana à insignificância, culminando numa visão radical de vazio e inutilidade do conhecimento diante do infinito.
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Omar Khayyam – do Rubaiyat (LXI)

“Rubaiyat (LXI)”, um poema de Omar Khayyam que encara a morte com serenidade e até preferência, tratando a vida como algo imposto e transitório, a ser devolvido sem apego ou ilusão.
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Omar Khayyam – do Rubaiyat (XXXI)

“Rubaiyat (XXXI)”, um poema de Omar Khayyam que critica a vaidade do conhecimento humano diante da inevitabilidade da morte, lembrando que toda ambição intelectual é irrelevante perante a finitude do corpo e o destino comum da decomposição.
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XVII)

“Rubaiyat (XVII)”, um poema estoico de Omar Khayyam que valoriza o presente ao comparar o fluxo dos dias ao rio e ao vento, sugerindo a indiferença em relação ao passado e ao futuro diante da fugacidade do tempo.
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XII)

“Rubaiyat (XII)”, um poema de Omar Khayyam que desloca a busca metafísica do exterior para o interior humano, afirmando que céu e inferno não são lugares distantes, mas dimensões da própria consciência.