Tag: Tempus Fugit
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Rolf Jacobsen – A Velhice

“A Velhice”, um poema de Rolf Jacobsen que contempla, com delicadeza e estranhamento, a condição dos idosos como figuras em trânsito entre presença e apagamento. Por meio de imagens silenciosas e comparações inesperadas, o poema sugere um lento afastamento do mundo visível, no qual a identidade se rarefaz e se transforma, insinuando uma passagem quase…
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Franz Wright – O desaparecimento

“O desaparecimento”, um poema de Franz Wright que contempla a beleza efêmera do mundo sob o signo da perda, sugerindo que tudo é visto pela última vez e culminando em uma atitude de exaustão e resignação diante daquilo que nunca foi plenamente compreendido.
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Mary Oliver – Encontro

“Encontro”, um poema de Mary Oliver que aborda a morte de um pequeno animal com simplicidade e profundidade, refletindo sobre a efemeridade da vida, a indiferença da natureza e a inutilidade dos rituais diante do fim.
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Paulo Henriques Britto – Horácio no Baixo

“Horácio no Baixo”, um poema de Paulo Henriques Britto que reinterpreta a ode clássica de Horácio em chave contemporânea e coloquial, reafirmando a valorização do presente e a inutilidade de tentar prever o futuro diante da fugacidade do tempo.
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Adam Zagajewski – Tadeusz Kantor

“Tadeusz Kantor”, um poema de Adam Zagajewski que revisita a figura do encenador polonês Tadeusz Kantor para refletir sobre o tempo, a morte e a memória, mostrando como a arte revela a degradação inevitável da vida e transforma a existência em uma sucessão de despedidas.
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Denise Levertov – O Segredo

“O Segredo”, um poema de Denise Levertov que reflete sobre a natureza fugaz das revelações essenciais da vida, celebrando a capacidade de descobrir e redescobrir sentidos profundos mesmo quando eles se perdem na memória.
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Paulo Bomfim – Soneto I

“Soneto I”, soneto de Paulo Bomfim que utiliza a metáfora marítima para expressar uma travessia interior marcada por memória, sofrimento e busca existencial, onde o eu lírico navega por mares simbólicos rumo ao confronto consigo mesmo.
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Ferreira Gullar – A Propósito do Nada

“A propósito de Nada”, um poema de Ferreira Gullar que investiga a natureza da identidade e da existência, contrapondo a percepção do outro à autoconsciência e refletindo sobre o apagamento do ser diante da morte e do esquecimento.
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Paulo Mendes Campos – O Amor Acaba

“O Amor Acaba”, uma crônica de Paulo Mendes Campos que enumera, em fluxo contínuo e imagético, as múltiplas formas e momentos em que o amor se desfaz, revelando sua natureza transitória e reiterando que seu fim é tão inevitável quanto seu recomeço.
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Paulo Henriques Britto – de “Uma Doença”

O poema III da série “Uma Doença” utiliza o corpo como metáfora para a condição humana, apresentando toda forma de existência como provisória e arbitrária, e apontando a morte como o único estado definitivo.