Tag: Tempus Fugit
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Joan Margarit – Rumo ao crepúsculo

“Rumo ao Crepúsculo”, um poema de Joan Margarit que imagina a família como uma procissão através do tempo, unindo vivos e mortos em uma mesma paisagem de memória.
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Joan Margarit – Inverno

“Inverno”, um poema de Joan Margarit que utiliza a presença silenciosa de uma coleção de livros nunca lida para refletir sobre envelhecimento, expectativa e finitude.
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Joan Margarit – Casal

“Casal”, um poema de Joan Margarit que retrata a intimidade de dois amantes na velhice, quando o mundo exterior parece se afastar lentamente e a memória passa a ocupar o centro da existência.
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Joan Margarit – A última tarde

“A última tarde”, um poema de Joan Margarit que captura o instante suspenso entre a presença e a perda.
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Joan Margarit – Restauração

Um meio-dia de verão. Sob o sol, a abadia.Visitantes em grupos respeitososexploram os espaços vagos de outros tempos,hoje reconstruídos, bem iluminados.Mas que já é um cadáver. Aqui só havia vidaquando a escuridão, vinda das abóbadas,deslizava pelos muros.Monges encapuzados, transformadosem terra vermelha sob algum vinhedo,erguiam estruturas distintas em suas mentes.Faziam-no com o luxode uma ideia de…
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Joan Margarit – Tua Rua

Chegas a uma manhã luminosa.Aos quarenta e dois. Andorinhasvoam de uma ponta a outra da rua.Cálculo de estruturas: diante de tiergue-se o frio terminal de um limite.De repente, encontras-te só em casa.E o inverno já chegou até a rua.E teus setenta anos sorriem para ti.Percebes então o quanto tudo está perto.Um ônibus, um metrô. Chegas…
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Joan Margarit – Cena

“Cena”, um poema de Joan Margarit que contrapõe dois casais em momentos opostos da existência para refletir sobre erosão do amor, envelhecimento e finitude.
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Joan Margarit – Passando em frente ao Terramar

“Passando em frente ao Terramar”, um poema de Joan Margarit que revisita um antigo hotel ligado à memória amorosa e à juventude do narrador.
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José Emilio Pacheco – 4 poemas: a fotografia como ausência

“4 poemas: a fotografia como ausência”, de José Emilio Pacheco, reúne meditações breves e contundentes sobre fotografia, tempo e desaparecimento.
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Jaan Kaplinski – [A roupa nunca acaba de ser lavada]
![Jaan Kaplinski – [A roupa nunca acaba de ser lavada]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/03/ChatGPT-Image-30-de-mai.-de-2026-20_05_23.png)
“[A roupa nunca acaba de ser lavada]”, um poema de Jaan Kaplinski que transforma as tarefas intermináveis da vida cotidiana em reflexão filosófica sobre impermanência e continuidade.