Tag: Morte
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Goethe – Canção Noturna do Andarilho

“Canção Noturna do Andarilho”, um poema de Goethe que sussurra a serenidade suprema onde o silêncio da natureza antecipa o descanso final e definitivo.
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Marie Howe – A promessa

“A Promessa”, um poema de Marie Howe sobre a linguagem interditada entre os mundos, o amor que persiste mesmo no silêncio, e os olhos que dizem o que a morte ainda não pode calar.
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Georg Trakl – De Profundis

“De Profundis”, um poema de Georg Trakl que mergulha na paisagem da ruína e do silêncio divino, onde a matéria apodrece enquanto lampejos de transcendência ainda cintilam na escuridão.
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Roo Borson – Depois de uma morte

“Depois de uma Morte”, um poema de Roo Borson que transforma o vazio em objeto de repouso, onde a ausência respira como presença e o amor, inútil e eterno, encontra morada no silêncio.
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Jim Harrison – Vassoura

“Vassoura”, um poema de Jim Harrison em que o corpo e a morte se reconhecem no mesmo gesto, e varrer torna-se um rito de esvaziamento — um lento desnudamento do mundo até restar apenas o ar onde o nome dança invisível.
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Philip Larkin – Ignorância

“Ignorância”, um poema de Philip Larkin que expõe a perplexidade humana diante da vida e da morte, revelando o desconcerto de existir sem jamais compreender plenamente por quê.
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José Paulo Paes – Auto-epitáfio nº 2

“Auto-epitáfio nº 2”, um poema de José Paulo Paes que transforma a escassez em destino e faz do nada um excesso definitivo.
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Jacob Sam-La Rose – Do lado de lá

“Do Lado de Lá”, um poema de Jacob Sam-La Rose em que a ausência fala por silêncios, os mortos atendem em sonhos e a linha que nos separa deles é apenas o eco interminável do que nunca foi dito.
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Richard Scott – versão de amor

“versão de amor”, um poema de Richard Scott que sussurra, entre vigílias e vertigens, que amar é guardar um corpo adormecido contra o sopro insuspeito do fim — e perguntar, no silêncio entre dois sonhos, se ainda há alma no que resta.
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Carlos Drummond de Andrade – A um Ausente

Tenho razão de sentir saudade,tenho razão de te acusar.Houve um pacto implícito que rompestee sem te despedires foste embora.Detonaste o pacto.Detonaste a vida geral, a comum aquiescênciade viver e explorar os rumos de obscuridadesem prazo sem consulta sem provocaçãoaté o limite das folhas caídas na hora de cair. Antecipaste a hora.Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas…