Tag: Morte
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Don Marquis – a lição da mariposa

“a lição da mariposa”, um poema de Don Marquis em que a busca pela beleza revela o preço da consciência e o fulgor trágico de existir.
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Ferreira Gullar – Os Mortos

“Os mortos”, um poema de Ferreira Gullar que sugere que os mortos continuam a existir através da memória e da experiência dos vivos, vendo, ouvindo e até rindo por meio daqueles que permanecem no mundo.
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Ferreira Gullar – Redundâncias

“Redundâncias”, um poema de Ferreira Gullar que reflete de forma filosófica sobre a morte, sugerindo que o medo e o apego ao mundo pertencem apenas aos vivos e que a própria ideia de morte existe somente enquanto há consciência para concebê-la.
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Ferreira Gullar – Visita

“Visita”, um poema de Ferreira Gullar que retrata um pai visitando o túmulo do filho no dia de Finados, confrontando a impossibilidade de alcançá-lo novamente e encontrando no gesto simples de escrever “eu te amo filho” uma forma tardia e dolorosa de amor.
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Mark Strand – Ficção

“Ficção”, um poema de Mark Strand que contempla o fim inevitável das histórias e da vida, mas descobre, no rastro de uma presença indizível, a promessa de que até o próprio fim é passageiro.
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Cassiano Ricardo – Morrer não será dormir

“Morrer não será dormir”, um poema de Cassiano Ricardo que reflete filosoficamente sobre a morte como estado de absoluta indiferença, sugerindo que morrer não é repouso, mas a perda de toda distinção moral e sensível diante do mundo.
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Stephen Dobyns – Luto

“Luto”, um poema de Stephen Dobyns em que a memória escorre como água pelo deserto, e a vida, ao perder o fio que a sustenta, se despedaça em silêncio e cinzas.
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T. S. Eliot – Morte Pela Água

“Morte pela água”, um poema de T. S. Eliot que narra o destino de Flibas, o Fenício, afogado no mar, usando a imagem da água para refletir sobre a fragilidade da vida, a vaidade humana e a inevitável dissolução do tempo.
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Lucille Clifton – aqui jaz

“aqui jaz”, um poema de Lucille Clifton que transforma memória e perda em canto de resistência, onde até a morte se curva diante da dignidade da palavra e do desejo de respeito.
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Carlos Nejar – José Mora

“José Mora”, um poema de Carlos Nejar que narra a travessia pela matéria da morte até o instante luminoso em que o ser emerge, face a face, com a aurora.