Tag: Memória
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Luiza Mussnich – Imagem

“Imagem”, um poema de Luiza Mussnich que revela a impossibilidade de aprisionar o efêmero, onde a ausência pesa mais que a presença e a memória se dissolve na fragilidade das formas.
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Jaime Gil de Biedma – Recorda

“Recorda”, um poema de Jaime Gil de Biedma que mergulha na memória para refletir sobre a passagem irreversível do tempo, evocando a sensação de ser arrastado por um redemoinho de lembranças que conduz o passado para uma profundidade definitiva.
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Stephen Dobyns – Luto

“Luto”, um poema de Stephen Dobyns em que a memória escorre como água pelo deserto, e a vida, ao perder o fio que a sustenta, se despedaça em silêncio e cinzas.
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Ivan Junqueira – O aeroplano

“O aeroplano”, um poema de Ivan Junqueira que transforma a lembrança da infância em voo breve, perdido para sempre no horizonte do tempo.
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Philip Larkin – Por que sonhei contigo a noite passada?

“Por que sonhei contigo a noite passada?”, um poema de Philip Larkin que revela como o passado, julgado esquecido, regressa no sonho para reacender a dor íntima da memória.
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Miguel Arteche – Eu sei que nesta lâmpada apareces

“Eu sei que nesta lâmpada apareces”, um poema de Miguel Arteche que evoca a persistência do ausente nas frestas da matéria — um murmúrio entre a cinza e a tinta, onde o tempo se curva e o morto continua a escrever-se na solidão das coisas.
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Kim Addonizio – A porta azul

“A Porta Azul”, um poema de Kim Addonizio em que o tempo se dobra no instante antes da perda, e o amor, já irremediável, ainda se oferece à boca como sal.
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Anna Kamieńska – Avós

“Avós”, um poema de Anna Kamieńska que, sob a superfície tranquila de uma imagem familiar, evoca os ecos intangíveis do tempo, onde vida e ausência se entrelaçam em silêncio.
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Anna Kamieńska – Um caminho na floresta

“Um Caminho na Floresta”, um poema de Anna Kamieńska sobre o vestígio invisível que a infância deixa na alma — um chamado antigo que atravessa o tempo, guiando em silêncio o retorno ao que nunca deixou de ser.
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Dan Pagis – Escrito a lápis no vagão lacrado

“Escrito a lápis no vagão lacrado”, um poema de Dan Pagis em que Eva deixa uma mensagem inacabada para Caim, entrelaçando o fratricídio bíblico com o horror do Holocausto.